Um passeio de Domingo com o mar ao fundo e a visita a dois museus
Foz do Arelho
Onde a terra acaba e o mar começa, Foz do Arelho
Henrique Medina, Madame Galli Curci no seu jardim, Califórnia, 1943,
Museu José Malhoa, Caldas da Rainha
Um chá no recanto do jardim, detalhe
O Museu José Malhoa reúne um importante espólio do Naturalismo Português, principalmente centrado na obra de José Malhoa (1855-1933), situa-se nas Caldas da Rainha terra natal do pintor. A ideia para edificação do museu nasceu em 1926 e foi inaugurado no dia de aniversário de Malhoa a 28 de Abril de 1934 (um ano após a sua morte), situando-se, então, na Casa dos Barcos no parque D. Carlos I. O projecto ficou concluído em 1937 e a inauguração do actual museu verificou-se em 1940. Os arquitectos foram Paulino Montês (1897-1962) e Eugénio Correia (1897-1985). «Em 1983 houve um novo projecto de ampliação, que não teve seguimento, e a mais recente intervenção de remodelação ficou a dever-se ao arquitecto João Santa Rita». DGPC
Já o tinha visitado há uns anos e regressar foi muito estimulante por causa do acervo quer da pintura, sua essência, quer do desenho, da escultura da cerâmica e medalhística. Nesta visita centrei-me essencialmente na pintura e na escultura que me interpelou e que comunga muito bem com as obras apresentadas. Acervo do Museu.
Cerâmica Rafael Bordalo Pinheiro,
Museu da Cerâmica, Caldas da Rainha.
O Museu da Cerâmica, Caldas da Rainha, entrada do museu
«O Museu da Cerâmica foi criado oficialmente em 1983, Encontra-se instalado no antigo Palacete do Visconde de Sacavém, no Avenal, mandado construir na década de 1890 pelo 2º Visconde de Sacavém, José Joaquim Pinto da Silva (1863-1928), colecionador, ceramista e importante mecenas dos cerâmicos caldenses.(...) O museu situa-se próximo da Fábrica Rafael Bordalo Pinheiro».
Retirado do panfleto do museu.
O edifício é uma delícia em pormenores como o da utilização da pedra, do azulejo, da cerâmica, das madeiras e do ferro forjado. A sua construção realiza-se numa época que gosto muito a da Arte Nova.
Parte das traseiras, uma das entradas
Retirado da publicação do museu.
Detalhe das traseiras, uma das entradas
Entrada principal gárgula
Cozinha
Uma das salas, sala maior Pormenor da sala maior
Sala de entrada Sala maior
Recanto na escada Sala de exposição
Uma perspectiva das vistas do jardim
Termino com o poema de Afonso Lopes Vieira que está num dos muros do jardim.
Poema dedicado ao Orfeão de Condeixa de visita à casa a 12 de Setembro de 1915
Em suma, um dia bem passado.
Que belo passeio, Ana! Nunca fui à Foz do Arelho e ao Museu de Cerâmica, mas, depois, destas fotos, tenho mesmo de lá ir. Quem sabe, na próxima ida a Portugal...;-)
ResponderEliminarBeijinhos e bom fim-de-semana!
Sandra,
EliminarVale a pena, é linda a praia e tomar um café na esplanada do INATEL com o mar ao fundo é magnífico. :))
Beijinho.
Gosto muito destes dois museus, sobretudo o de cerâmica, por causa do edifício e jardim. Também gosto das caldas (e de trouxas de ovos). Beijinhos!
ResponderEliminarMargarida,
EliminarTambém gosto. O do José Malhoa já conhecia, fui só ver alguns pintores. O da cerâmica não conhecia, apenas conhecia o da Fábrica Rafael Bordalo Pinheiro que estava fechado. Na Fábrica é que me direccionaram para este da Quinta do Avenal. Gostei muito.
Beijinho. :))
Um passeio que eu adoraria fazer. Saio mais rica em conhecimentos. Bjos : )
ResponderEliminarObrigada, Catarina.
EliminarFica aqui a proposta para quando cá vier.
Beijinho. :))
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ResponderEliminar~ Gostei muito da sua reportagem, Ana.
~ ~ ~ ~ Um passeio delicioso! ~ ~ ~ ~
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~~~~~~~ Beijinho. ~~~~~~~~~
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Obrigada, Majo.
EliminarO passeio foi muito bom pois foi acompanhado pelas minhas irmãs.
Beijinho. :))
Que belo passeio dominical! Tão bonito o quadro de Malhoa! Dá vontade de ir lá ver...Beijinhos
ResponderEliminarMaria João,
EliminarFoi muito bom, sim. O tempo estava óptimo, estive com as minhas irmãs. Comi, ri, e adorei visitar e revisitar os museus.
A pintura não é do Malhoa, é do Henrique Medina. Realmente, devia ter escolhido uma tela de Malhoa mas gostei tanto da tranquilidade desta tela.
Beijinho. :))
Mas que belo passeio!
ResponderEliminarE que belas fotos!
Não conheço o museu José Malhoa, mas conheço o Museu da cerâmica, que está num edifício muito bonito e tem peças interessantíssimas. Já lá fui há muitos anos e gostava de voltar.
Bom fim-de-semana:)
Pois foi, Isabel. Já foi há quase oito dias mas só agora me apeteceu escolher as fotografias. Encontrei-me com as minhas irmãs num reencontro muito bom.
EliminarBeijinhos. :))