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18/05/2016

Fotografar no Museu

No Dia Internacional dos Museus recordo a
Galeria Nacional Húngara 
a quem felicito por deixar fotografar o seu espólio. 
Nem sempre é fácil comprar os guias ou colecções dos museus. 
Podermos guardar a arte que mais nos tocou, é um privilégio.

Imra Szobotka, Nu reclinado, 1921,

"Pranto sem lágrimas" seria um título para esta tela...

Boa noite!

19/05/2013

"A Gaveta de Baixo"

Pela primeira vez o meu cacto teve flores, rosas de cacto, como lhe chamo.


Encontrei o livro de Rosa Lobato de Faria, A Noite Inteira Já Não Chega, no blogue
  Palavras Daqui e Dali . Uma amiga emprestou-mo.


Rosa Lobato de Faria,  in "A Gaveta de Baixo /1"A Noite Inteira Já Não Chega Poesia (1983-2010), Guimarães (Babel), p. 183.

Gostei do título do livro em que este poema está guardado - Gaveta de Baixo. À mente vieram todos os contadores, peça de mobiliário extraordinária e bela que faz parte de tesouros de muitos museus. Não tenho um contador senão imaginário e também no meu a gaveta de baixo permanece vazia.

Contador 1651-1700, Museu-Casa Dr. Anastácio Gonçalves, Matriz Net
No Dia Internacional dos Museus [18 de Maio], uma homenagem a esta Casa-Museu situada em Lisboa.




18/05/2012

Dia dos Museus - Máximas pessoais

No dia dos Museus escolho um que já não visito há muito tempo: o Museu do Prado.
E porque os museus servem para educar o gosto, beber a beleza, fazer pensar e provocar - objectivos quanto a mim essenciais - aqui fica uma peça bastante irreverente.

Máximas pessoais:
- Foge:     

1. Do fel;
2. Da sobranceria;
3. Da fraternidade casual.



Hieronymus Bosch, Mesa dos Pecados Capitais , Museu do Prado, Madrid, daqui 

 Tenho alguns dos pecados que estão pintados nesta bela mesa* . Gostava de me focar no centro do universo dela:
"Cuidado, cuidado, Deus vê"!

*[avareza, soberba, gula, ira, inveja, preguiça e luxúria]

18/05/2011

Dia Internacional dos Museus. O caso exemplar de Londres!

No dia Internacional dos Museus uma das minhas escolhas recaiu numa peça escultórica que o Museu Nacional de Machado de Castro guarda: O Cavaleiro Medieval.
O cavaleiro é para mim uma imagem esplendorosa, faz parte das minhas memórias, da História, de feitos heróicos e cavaleirescos, de trovas e de príncipes e princesas dos contos de infância.

Parabéns a todos que trabalham nos museus nacionais e internacionais, que são guardiães da beleza que os nossos ancestrais deixaram.


Em Londres os museus não cobram bilhetes, cada visitante dá o que quer. Vêem-se famílias inteiras que passam o dia a gozar os espaços interiores e exteriores dos museus. Congratulo-me com esta atitude institucional.




Cavaleiro medieval, século XIV






Calcário, 72 x 19,5 x 64,8, Museu Nacional de Machado de Castro, Coimbra*



«O cavaleiro representa Domingos Joanes, sepultado na Capela dos Ferreiros, como testemunham os atributos militares – elmo, cota de malha, escudo de armas e espada, sapatos de bico e esporas – e heráldicos – escudo de azul, com aspa de prata acompanhada de quatro flores-de-lis de ouro – que ostenta.A exaltação dos valores militares integra-se num contexto funerário, associando o cavaleiro a uma dimensão religiosa, bem característica da espiritualidade medieval.» *



Julga-se que o original está na Capela dos Ferreiros, em Oliveira do Hospital, e a réplica no Museu Machado de Castro.

Medieval Virelai Music & Song - XIII th & XIV th Century - E, Dame Jolie & Douce Dame Jolie



18/05/2010

Dia Internacional dos Museus.

Hoje assinala-se o Dia Internacional dos Museus. Para comemorar deixo a proposta de uma visita à Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves. Já visitei há uns anos este museu mas se calhar irei até lá. A ideia veio do blogue de Margarida Elias, Memórias e Imagens que tem uma nota sobre este museu. Gosto muito da época desta casa, a Art Noveau, o espólio sei que é riquíssimo mas confesso que não me lembro bem. Quando a visitei achei que tinha muitos objectos à mostra não dando realce às peças com a devida atenção. Mas passaram alguns anos e espero encontrar uma exposição mais orientada para determinadas peças. Vou lá à procura da pintura portuguesa do fim do século XIX e princípio do século XX. A escolha recai na necessidade que tenho de me relembrar e de conhecer melhor a pintura portuguesa da época que mencionei.

Obrigada Margarida Elias!

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