Parque da Cidade, Coimbra
Mostrar mensagens com a etiqueta Casimiro de Brito (1938-). Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Casimiro de Brito (1938-). Mostrar todas as mensagens
26/05/2013
Poesia, livros e pequenos nadas...
43
Quando livros já não tiver
lerei as estrelas -
quando elas se cansarem
da minha solidão
lerei a palma
da mão.
Casimiro de Brito, Arte Pobre. Leiria: Editorial Diferença, s.d., p. 55.
As Aventuras do Pinóquio chegou por mão amiga no dia em que inaugurou a feira do Livro. Obrigada. :)
O livrinho mede 6,5 x 4,5 cm
Da Feira do Livro, de Coimbra, trouxe dois livros de poesia, um de Casimiro de Brito: Arte Pobre e outro de Sousa Dias, e Ítaca eras tu, porque ela faz-nos sorrir e, em parte, esquecer o desvario governativo.
Arranjei um livro de histórias para crianças de Manuel António Pina: O País das Pessoas Viradas de Pernas Para o Ar e um livro de Marguerite Yourcenar que desconhecia: Testemunha do Sonho
Na Feira do Livro pude ouvir o Coro dos Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra,
Parque da Cidade, Coimbra
Parque da Cidade, Coimbra
Da Livraria Lumière chegaram estes livros há muito desejados.
Do primeiro livro cuja autora é Odette de Saint-Maurice, um livro da biblioteca dos rapazes que me causou curiosidade, Amigos, uma viagem às memórias de infância/adolescência.
Do livro do meio de Rómulo de Carvalho, As Origens de Portugal História contada a uma criança [Facsimile], Fundação Calouste Gulbenkian, 1998.
Um livro dedicado pelo professor e poeta ao filho quando este fez sete anos e entrou para a escola.
De um livro muito especial de Freitas de Lima, Porto do Graal , A riqueza ocultada da tradição mítico-espiritual portuguesa, retirei:
A figura 11 - Lisboa imaginada de Francisco de Holanda, azulejo da Estação de Caminhos de Ferro do Rossio, 1996.
Um livro para ler com tempo. Vou reservar para tempos menos trabalhosos.
13/03/2011
O choro das árvores
Hasegawa Tōhaku, pintor japonês (1539-1610), Shōrin-zu byōbu
(right)
x

(left)

Redemoinho do Tsunami do Japão

O silêncio, o que é o silêncio? perguntei ao mestre.
- Uma floresta cheia de ruído.
x
Casimiro de Brito, in "Arte da Respiração" (retirado do citador)
No Japão o silêncio foi interrompido pelo choro das árvores, pelos gritos de dor e pelas lágrimas.
Ninguém entende as guerras nem as catástrofes naturais. Não sei porque é que me lembrei do filme de Spielberg: "O Império do Sol" que me tocou particularmente. A causa poderá estar ligada às últimas notícias sobre os dois reactores nucleares que se danificaram como consequência do Tsunami e por ter passado no blogue O Falcão de Jade. Temo por aquele povo!
14/02/2010
Entraste na casa do meu corpo
Subscrever:
Comentários (Atom)







