23/11/2017
Simplesmente belo!
05/09/2011
Leitura de férias - 3, Virgínia Woolf
Li os Contos de Virgínia Woolf ante a estrela maior e o azul marinho.
O olhar penetrante de Virgínia Woolf descreve, como um pintor, a paisagem e o ambiente ligando a emoção com a razão. É repousante ler um livro desta escritora.
30/03/2011
Dois Retratos, dois Pintores e As Minhas Visitas V
Óleo sobre tábua, 82 x 54 cm, National Gallery, Londres Junto a estes retratos o agradecimento a dois visitantes menos regulares mas que contribuíram na partilha e para o enriquecimento deste espaço levando-me até Cioran, e estou a falar do Luís e de c.a.
Agradeço a partilha da beleza.
ana
12/03/2011
Não há arroz
Fome

Fotografia daqui (tratada por mim)
Não há arroz
mas tenho na malga
uma flor
Matsuo Bashô, O Gosto Solitário do Orvalho seguido de O Caminho Estreito, Lisboa: Assírio & Alvim, Diário 2011
Uma flor anima a alma...
17/10/2010
Da memória ou do mundo natural? O Paraíso...
Van Gogh Museum, Amsterdão
Alyscamps, Arles
"...não tinhas tu sustentado, há já muito tempo, que o verdadeiro artista não procura os seus modelos no mundo exterior, mas sim na memória, esse mundo privado e secreto que se pode contemplar com uma consciência que tu tinhas em melhor estado que as pupilas? Era o momento de verificar se a tua teoria funcionava, koke. Isto fora motivo de ásperas discussões com Vincent, lá em Arles. O holandês louco proclamava-se pintor realista e dizia que o artista devia sair para o ar livre e assentar os seus cavaletes no meio da natureza a fim de nela encontrar inspiração. Para conciliar as coisas, nas suas primeiras semanas na Provença, Paul fez-lhe a vontade. Os dois amigos foram com os seus cavaletes, paletas e tintas instalar-se de manhã e à tarde em Les Alyscamps, a grande necrópole romana e paleocristã de Arles e pintaram, cada um, vários quadros da grande alameda de sepulturas e sarcófagos que, escoltados por numerosos álamos, conduzia à igrejinha de Saint Honorato. Mas, não muito depois, as chuvas e os sopros do mistral tornaram impossível continuarem a pintar ao ar livre e tiveram de fechar-se na Casa Amarela, a trabalhar procurando os seus temas nas suas lembranças e fantasias em vez do mundo natural, como Paul queria".
Mario Vargas Llosa, O Paraíso na Outra Esquina, Lisboa Dom Quixote, 2003, p. 227, (2ª ed. trad. J. Teixeira de Aguilar)
Será este o Paraíso?
Paul Gauguin, Ou vas-tu? II, 1893
29/07/2010
Vicent Van Gogh!
17/07/2010
A praia...Van Gogh!
Oil on paper on cardboard, Vincent van Gogh Foundation, Rijksmuseum, Amsterdam, Netherlands. 

