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02/08/2023

Thank You For Hearing Me!

Um voto de pesar a Sinead O' Connor, nunca a compreendi muito bem! 

Todavia, as canções dela são lindas e a voz uma dádiva.

Penso que quando se nasce numa cultura e se rejeita essa cultura, algo não está bem.

O Homem é resultado do seu passado histórico...





https://revistabica.com/natureza-viva-paisagem-e-sustentabilidade/

José Malhoa s/ título

Não consegui encontrar esta pintura que me encanta. Está exposta na exposição:
Natureza Viva, Paisagem e Sustentabilidade,
uma parceria entre o MNAA e o Santander. Está patente até janeiro de 2024.
(Uma exposição que gostava de visitar).

Se alguém souber mais sobre ela agradece-se a sua história.


11/07/2015

Passeio de Domingo

Um passeio de Domingo com o mar ao fundo e a visita a dois museus

Foz do Arelho

Onde a terra acaba e o mar começa, Foz do Arelho

Henrique Medina, Madame Galli Curci no seu jardim, Califórnia, 1943, 
Museu José Malhoa, Caldas da Rainha


Um chá no recanto do jardim, detalhe



O Museu José Malhoa reúne um importante espólio do Naturalismo Português, principalmente centrado na obra de José Malhoa (1855-1933), situa-se nas Caldas da Rainha terra natal do pintor. A ideia para edificação do museu nasceu em 1926 e foi inaugurado no dia de aniversário de Malhoa a 28 de Abril de 1934 (um ano após a sua morte), situando-se, então, na Casa dos Barcos no parque D. Carlos I. O projecto ficou concluído em 1937 e a inauguração do actual museu verificou-se em 1940. Os arquitectos foram Paulino Montês (1897-1962) e Eugénio Correia (1897-1985). «Em 1983 houve um novo projecto de ampliação, que não teve seguimento, e a mais recente intervenção de remodelação ficou a dever-se ao arquitecto João Santa Rita». DGPC
Já o tinha visitado há uns anos e regressar foi muito estimulante por causa do acervo quer da pintura, sua essência, quer do desenho, da escultura da cerâmica e medalhística. Nesta visita centrei-me essencialmente na pintura e na escultura que me interpelou e que comunga muito bem com as obras apresentadas. Acervo do Museu.



Cerâmica Rafael Bordalo Pinheiro,
Museu da Cerâmica, Caldas da Rainha.


O Museu da Cerâmica, Caldas da Rainha, entrada do museu

«O Museu da Cerâmica foi criado oficialmente em 1983, Encontra-se instalado no antigo Palacete do Visconde de Sacavém, no Avenal, mandado construir na década de 1890 pelo 2º Visconde de Sacavém, José Joaquim Pinto da Silva (1863-1928), colecionador, ceramista e importante mecenas dos cerâmicos caldenses.(...) O museu situa-se próximo da Fábrica Rafael Bordalo Pinheiro».
Retirado do panfleto do museu.
O edifício é uma delícia em pormenores como o da utilização da pedra, do azulejo, da cerâmica, das madeiras e do ferro forjado. A sua construção realiza-se numa época que gosto muito a da Arte Nova. 
Parte das traseiras, uma das entradas
O Edifício é constituído por um palacete tardo-romântico, que abriga a exposição permanente, e por um edifício secundário onde se situa a Sala de Exposições Temporárias, a Loja, a Olaria e o Centro de Documentação. Encontra-se rodeado por jardins com alamedas, canteiros, floreiras, lagos e um auditório ao ar livre, sendo de realçar a decoração profusa que ornamenta todo o conjunto e inclui azulejos do século XVI ao século XX, elementos arquitetónicos cerâmicos e estatuária. O acervo do Museu integra diversas coleções representativas da produção das Caldas da Rainha e de outros centros cerâmicos do país e do estrangeiro. As coleções compreendem peças da cerâmica antiga caldense dos séculos XVII e XVIII e núcleos da produção do século XIX e primeira metade do século XX. São de salientar os trabalhos da barrista Maria dos Cacos, autora de peças utilitárias antropomórficas, e de Manuel Mafra. Merece um especial destaque o núcleo de obras da autoria de Rafael Bordalo Pinheiro, um dos conjuntos mais representativos da produção do grande mestre da cerâmica caldense e que documenta a intensa laboração da Fábrica de Faianças das Caldas da Rainha, entre 1884 e 1905. Apresentam-se também núcleos de faianças da Real Fábrica do Rato, de olaria tradicional e de produção local de escultura e miniatura dos séculos XIX e XX. Destaca-se, um núcleo de cerâmica contemporânea de autor, que inclui, entre outros, peças de Llorens Artigas, de Júlio Pomar e de Manuel Cargaleiro. O Museu possui ainda uma coleção de azulejaria que integra produção portuguesa, hispano-mourisca e holandesa do século XVI ao século XX, constituída por cerca de 1200 azulejos e 40 painéis. O Museu apresenta ainda uma coleção de 40 peças contemporâneas, ilustrativas de design e produção de cerâmica e vidro do século XX, que fazem parte de uma doação feita em 2007, constituída por 1205 peças.
Retirado da publicação do museu.

Detalhe das traseiras, uma das entradas

Entrada principal                                  gárgula

  Cozinha 

Uma das salas, sala maior                                                                    Pormenor  da sala    maior                               
Sala de entrada                                   Sala maior
Recanto na escada                                                Sala de exposição
Uma perspectiva das vistas do jardim

Termino com o poema de Afonso Lopes Vieira que está num dos muros do jardim.
Poema dedicado ao Orfeão de Condeixa de visita à casa a 12 de Setembro de 1915

Em suma, um dia bem passado.

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