14/07/2015

Europa para onde vais?

Neste momento tenho vergonha de pertencer à Europa projectada.

Alexander Sigov,O Rapto da Europa
Alexander Sigov - Europa

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34 comentários:

  1. Uma Europa fraca com os fortes, forte com os fracos. Onde a mesquinhez e a mediocridade dos burocratas de carreira, abafaram qualquer ideal humano, humanitário, ou visão que vá para lá do calculismo quanto ao respectivo futuro imediato. Uma vergonha, de facto.

    Boa noite, cara ana.

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  2. Boa noite, caro Xilre.
    Estamos em sintonia.:))

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  3. Ana,
    Quem, com sentido de justiça, não terá? Quem não se identificará/solidariezará com a tragédia e o desrespeito que se abateu sobre a Europa?
    Onde está a Europa Comunitária, quais os governantes que cumprem os ideais de que nasceu?
    Resta-nos a vergonha, o desalento, a revolta.
    Beijinho

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    1. GL,
      Senti a tristeza que a GL está a afirmar.
      Beijinho. :))

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    1. Tanta incerteza, Margarida.
      Beijinhos. :))

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  5. É de chorar! Estamos num buraco.

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    1. Boa noite, MR.
      Concordo absolutamente. Obrigada pela visita. :))

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  6. Quando é que Zeus poderia sonhar que a Europa que raptou, apesar de bela, trazia consigo toda uma caixa de Pandora, com a diferença que nesta nem a esperança sobrava.
    Manel

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    1. Gostei das belas palavras a descrever a situação.
      Obrigada Manuel.
      Boa noite. :))

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  7. Boa tarde, sou um leitor anónimo deste blog de à muito tempo, gosto de cá vir, porque gosto da beleza, da arte, da poesia, da cultura que nele encontro. É uma lufada de ar fresco. Mas, se gosto de tudo isso que aqui consigo encontrar, também gosto do pensamento claro, também gosto do juízo justo das coisas e das pessoas. Por isso, se concordo com o poste que originou estes comentários, de vergonha sobre a europa dos dias de hoje, já não concordo depois com o explicar dessa vergonha. Porque não é justa nem corresponde à verdade.

    A culpa da situação da Grécia, é, essencialmente, dos gregos, dos seus políticos e dos cidadãos que os elegeram. Não é preciso ir muito longe, basta dizer que a Grécia já recebeu do resto da europa 300 mil milhões de euros, foi-lhe feito um perdão de dívida em 2012, e mesmo assim, não conseguiram ultrapassar os seus problemas, por incompetência, por falta de seriedade, por desleixo, e por julgarem que o resto dos cidadãos europeus vão continuar indefinidamente a emprestar-lhes dinheiro. Sim, porque esse dinheiro é dos nossos impostos, não lhes é emprestado por nenhum banco privado ou por um qualquer agiota.

    E não nos podemos esquecer que a Grécia também já emprestou dinheiro no passado a outros países em dificuldades, quis esse dinheiro de volta, e cobrou juros.

    A vergonha de que falam, talvez deva existir, mas por parte de alguns gregos que no seu país olham para os políticos que têm, olham para o seu próprio povo, e sentem pena de ser gregos.

    O Syriza, para além de ter prometido grandes revoluções na europa, de encostar a parede os outros países, tec, apenas conseguiu piorar ainda mais a vida dos seus cidadãos. Bem mais, para pior. Porque se esqueceu de uma coisa, do dinheiro. Esqueceu-se que não têm dinheiro, que gastaram todos os outros 300 mil milhões que pediram emprestado, não fizeram reformas estruturais nenhumas, e agora estão a pedir outra vez mais. Dinheiro que vem dos bolsos dos outros cidadãos europeus.

    A mim o dinheiro custa-me a ganhar. Teria até vergonha de mim próprio, se alguém me pedisse dinheiro emprestado, uma, duas, três, quatro e cinco vezes, prometendo que iria tornar-se mais responsável, mas que era mentira, e eu, ingénuo, continuar a emprestar-lhe, sabendo ele que me estaria a enganar.

    Há limites para tudo. Até para emprestar dinheiro aos gregos.

    Os meus cumprimentos.

    JV

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    1. JV,
      Começo por agradecer as suas palavras.
      Vou tentar, sem me alargar muito, explicar o sentimento que nos une.

      a) O modelo actual da Europa está gasto, é desumanizado, é estritamente financeiro e económico, não é permeável às consequências e não tira delas as suas opções políticas.

      b) Estamos na 2ª década do século XXI, a ver direitos e justiça social a ser renegados e as leis mudam a favor dessa negação.
      O cinzentismo tecnocrata europeu levou-nos a uma fase de marasmo de ideias e de evolução que as duas guerras mundiais trouxeram. Contudo, o vento começa a soprar a dialéctica de movimentos irá encarregar-se de trazer novidades em termos de valores e justiça social.

      c) Tsipras, foi o primeiro governante a bater o pé, e a declarar que o modelo tem que ser analisado e alterado (para além de outras vozes dos eurodeputados que não concordam com a actual visão) herdou a dívida de anteriores governos - sem estar com favoritismos à esquerda ou à direita). Entristeceu-me ver que recuou e que acaba por sair mais vulnerável do que forte, como se tinha mostrado. [A pressão sobre os bancos, é quanto a mim, nojenta].

      d) Não é por acaso que a Europa do Norte, a dos países ricos, se alia a favor da continuidade de uma política idêntica à que vigora. Os países do Norte têm uma cultura diferente dos países do sul, a religião pesou nas mentalidades.

      e) Também me custa ganhar o sustento, gosto de respeitar as contas e honro com pagamento as dívidas que contraio, mas mesmo assim, acho que tem que haver mudança de estratégia económica para a pobreza não ser o novo partido.
      Quanto à dívida dos alemães para se reerguerem, tanto quanto li, também não pagaram nem nunca obedeceram às imposições impostas pelos países vencedores, mas não sou expertno assunto.

      Pergunto: há igualdade entre os países da zona Euro? Não se desenha algum do velho imperialismo dos poderosos? Quanto ao respeito pela soberania nacional?

      É certo que os gregos podiam ao longo das governações ter debelado parte da dívida, mas não conheço a política grega para atirar mais uma pedra.

      Em suma, JV, muito obrigada pela sua interpelação. pelo debate que criou, pela opinião diferente, que me permite respeitá-lo e mostrar como se pode dialogar.
      Faço votos para que regresse e possamos comunicar.
      Boa noite. :))

      Ps: É difícil escrever em parte do espaço, sem se ver o todo, se houver gralhas peço desculpa.

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    2. Onde se lê Pergunto, no que respeita à soberania falta: onde está?

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  8. ~~~
    ~ Os países pobres vivem sem soberania,
    reféns de uma dívida criada pelos bancos!
    Sem fundos comunitários capazes...

    ~ São imensos e duríssimos os sacrifícios
    que lhes foram impostos, sem fim à vista...

    ~ O caso da Grécia não está encerrado!
    ~ De todo...
    ~ O país que idealizou a democracia ainda
    pode vir a optar pela saída do eurogrupo e
    continuar a ser governado pela esquerda
    radical...

    ~ Grata por ter abordado este tema, Ana.
    Estamos todos muito tristes e desolados.
    ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
    ~ Espero
    que a Europa do Sul venha a organizar-se.

    ~~~~ Beijinhos. ~~~~~~~~~~~~~~
    ~ ~ ~

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    1. Majo,
      Concordo consigo.
      A democracia grega quando foi criada tinha imperfeições, de acordo com o tempo e a cultura da época mas não podemos esquecer que a nossa cultura vem dali, marcou toda a Europa graças ao sentido pragmático dos romanos que a souberam espalhar.

      Custa-me que a Alemanha, um país de grandes filósofos que mudaram o mundo e o ajudaram a construir não pensem nessas raízes da Grécia antiga e esplendorosa.
      A humilhação dos alemãs levou à Segunda Guerra Mundial, não sei como não analisam este facto. Humilhar a Grécia pode ser um erro fatal, vamos ver.

      Desejo que a Europa do Sul, onde estamos, venha a organizar-se. Existem bons economistas, dêem,-lhes oportunidade.

      Beijinhos gratos pela presença. :))

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    2. Onde se lê - humilhação dos alemãs, deve ler-se dos alemães.
      Beijinhos. :))

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    1. Bom dia, Puma.

      Tenho muito gosto em vê-lo por cá, contudo, foi um bocadinho além. Neste espaço todos são bem-vindos:
      - Os que têm opinião diferente e a descrevem sem indelicadeza.
      Apareça, vá dando notícias.
      Tenha uma óptima semana. :))

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  10. Bom dia,

    Obrigado pela sua resposta as minhas palavras Ana (senhora). Mas primeiro permita-me dar uma resposta breve a pessoa que assina por Puma;

    A sua forma de se dirigir aos outros é muito imatura, diria mal educada, pouco democrata, por isso obviamente não lhe darei mais importância nenhuma.

    Ana, a vida, dos países, é em tudo semelhante à vida das pessoas no seio das suas famílias, você, tem o seu trabalho, tem a sua remuneração que daí provém, quer com certeza ter carro, ter casa própria, ter dinheiro para comer, para pagar a escola aos filhos, e por aí adiante, aquilo que a gente considera as necessidades básicas da vida, e tudo isso tem um preço, custa dinheiro.

    Ora, o que acontece muitas vezes, é que nós ao longo da vida ansiamos por outras coisas. Se calhar um segundo carro, ou outro mais caro, uma segunda casa, para ir de férias, viagens, restaurantes caros, etc. E não pense que acho que ansiar por estas coisas seja ilegítimo ou um luxo, não é. Ou passa a ser, se nós não tendo dinheiro suficiente para pagar tudo isto começamos a pedir emprestado, que claro, teremos que devolver um dia e com juros. E há pessoas que perdem o controlo das suas finanças porque pediram de mais sem conseguir depois pagar o que devem. E muitas até se chateiam com os credores depois que estes passam a bater-lhes à porta para reaverem o seu dinheiro.

    E... até fazem (algumas pessoas claro) aquilo que poderíamos chamar de política, sabem que são responsáveis pelos seus atos, pediram dinheiro a mais, não precaveram o futuro, e agora viram-se contra quem lhes emprestou chamando-os de insensíveis, ladrões, fazendo-se de vitimas. Claro que os credores que querem o seu dinheiro de volta (porque é deles) irão para os tribunais, e os tribunais, porque se regem pela Lei, a lei da justiça e da equidade, dão razão aos credores e condenam quem pediu dinheiro a pagar o que deve. Se este não tiver com que pagar, arrestam parte do seu ordenado ou mesmo outros bens que tiver. Ora, o que acontece é que muitas vezes quem fica nesta situação, em vez de em consciência admitir que errou, e que a culpa do que está a passar é sua, porque ninguém lhe apontou uma arma à cabeça exigindo-lhe que fizesse um empréstimo, vira-se contra os credores e contra os juízes e chama-lhes fascistas, usurpadores da sua liberdade, etc

    ... e um problema que diz respeito em tudo a dinheiro, e só a dinheiro, que se pediu emprestado e agora não se quer pagar, transforma-se em luta política, em luta pela democracia, em lutas ideológicas e partidárias, etc

    Tudo, mas tudo, para esconder a responsabilidade (ou falta dela) de quem ansiou por coisas, ou por um tipo de vida que o qual não podia pagar.

    O problema da Grécia, não tem que ver com política, tem que ver com dinheiro que alguns (privilégios, ordenados elevados, reformas elevadas, luxos, parcerias público-privadas ruinosas, corrupção) usaram de forma ilegítima, corrupta, aproveitadora, mentirosa para as instituições internacionais, e agora, tendo que o devolver, não têm como o fazer, e claro, viram-se para os impostos dos restantes cidadãos. E como não querem ser responsabilizados pela sua responsabilidade, inventam complôs, inventam histórias de quem lhes quer retirar a soberania e a liberdade, ou seja, fazem política.

    É a politica e o poder político que gira à volta do dinheiro, não o dinheiro que gira à volta da política. A política é uma arma que se usa para ganhar dinheiro, mais ou menos de forma ilegítima e corrupta.

    (continua)

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    1. JV,
      Li e concordo a vida das pessoas é semelhante à da política. Tudo o que diz é plausível.
      Gosto de gratidão e por isso faz impressão o seu inverso. Alguns políticos corruptos têm que ser desmascarados. O povo injustamente tem que pagar por aqueles que escolheu e o enganaram.
      Aqui é que a minha opinião diverge da sua: o Syriza é uma nova visão que tem que ter tempo para dar os seus frutos, mas só o pode fazer se tiver meios.
      Vi no Tsipras o vento de mudanças para esta Europa - agitou as águas e trouxe novidades, de facto, - abriu divergências entre alguns países, euro-deputados e gente do meio político, a que felizmente não pertenço. :))

      Os valores são necessários e neste momento estão abalados.

      Quanto à questão da democracia, as visões mais austeras têm uma visão, quanto a mim, fora do meu projecto político e assemelham-se a radicalismos de direita que no século XX ditaram horrores e ofenderam a dignidade humana.

      João, obrigada pela sua intervenção e por me visitar. Venha sempre.
      Bom dia :))

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  11. (continuação)

    O vosso erro é olharem para o caso da Grécia como se fosse um problema de democracia, não é, as pessoas tiveram e têm o direito de escolher livremente o que querem. Até têm o direito de não querer pagar o que alguns pediram emprestado e que deveriam ser eles a pagar, têm esse direito. Mas quem empresta, os outros países e os seus contribuintes também têm o direito de não querer emprestar mais porque sabem que é dinheiro que irão perder. E por amor de Deus, não existe país nenhum que não tenha as suas dificuldades financeiras, não podem estar constantemente a dar dinheiro para os outros que nem sequer se esforçam para se controlar. Eu disse controlar ? Se calhar queria dizer austeridade.

    Ana, peço-lhe desculpa se me alonguei muito. E por favor não pense que não sou solidário com o povo grego ou outro qualquer, sou. Assim como também fico contente em saber que os outros foram solidários connosco. E fico ainda mais contente em saber que nós portugueses enquanto nação pagamos a quem nos emprestou. E o que disse dos políticos gregos digo-o dos políticos portugueses que nos levaram a esta situação. Sou solidário com o povo grego e ficaria contente se houvesse acordo e se lhes emprestasse mais dinheiro porque o povo grego esta a passar por grandes dificuldades. Mas... não me deixo enganar pela falsidade de quem tem responsabilidade.

    Obrigado pelo seu tempo.

    João.

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    1. Não se alongou.
      Teve que exprimir a sua opinião e assim o fez. Agrada-me que haja debate. Todos somos diferentes e viva a diferença.
      Apareça.
      Boa semana. :))

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  12. Talvez o problema seja o facto de as pessoas estarem "dentro" da política :)) se estivermos no meio das arvores não conseguimos ver o bosque em toda a sua plenitude não é verdade? Talvez o seu caso (como o contrario noutras pessoas) seja por ser uma pessoa de esquerda, calculo eu claro, e isso faz com que só veja o "mal" naqueles que são de direita. Isto quando se referiu aos horrores da direita no mundo. Quem se esforça por estar por fora da política como eu me esforço, talvez consiga ver melhor a realidade. Por exemplo, se estudar a história, ficará a saber que, é verdade, a direita cometeu muitos horrores, mas a esquerda foi muito pior, e na atualidade praticamente todas as não democracias no mundo são de esquerda, casos da Coreia do Norte, da Rússia, da China, de Angola, etc.

    Mas para ver isto é preciso estar fora da política, estar acima dela para ver bem quem são os seus interlocutores. E é o que eu tento fazer, estar fora ou acima para não me deixar iludir por meia dúzia de árvores porque assim não sou capaz de ver o resto. :))

    O Syriza, é de extrema esquerda, e a verdade é que piorou a vida dos gregos desde que chegou ao poder. E estou a falar de situações mesmo graves.

    Piorou a divida, porque ao não pagar aos credores, entrou em incumprimento e uma das consequências é o agravamento dos juros.

    Baixou ainda mais o rating do país que como consequência tanto o estado como os bancos e a economia para se financiarem no exterior passarão a pagar taxas ainda mais altas.

    Aumentou o desemprego.

    As empresas que ainda existem começam a fechar devido ao facto dos bancos não as poderem financiar, devido ao facto de as empresas não conseguirem comprar matéria prima porque os bancos estão fechados, e funcionam muito limitados.

    Os reformados e as pessoas em geral não conseguem ter acesso a dinheiro.

    A economia do país fica ainda mais fragilizada com tudo isto.

    Ou seja, o Syriza chegou ao poder prometendo às pessoas uma vida melhor, e a verdade é que está a piorá-la de forma dramática. E claro, como já foi noticiado, vai implementar uma austeridade ainda mais forte do que aquela que as instituições internacionais no inicio queriam.

    Diga-me Ana, acha que isto é lutar pelo bem estar dos cidadãos?

    Não acha que um politico sério, responsável, preocupado realmente com as dificuldades das pessoas, colocaria acima de tudo o seu bem estar, e faria aquilo que era necessário para que assim acontecesse?

    Compare a sua vida aqui em Portugal, com todas as dificuldades que cá existem, com aquelas que as pessoas estão a viver agora na Grécia. Diga-me, quem está pior?

    Quem apesar de se gostar do partido A ou do partido B, ou do C, etc, diga-me quem acha que tem mais perspetivas de um futuro melhor, apesar de todas as dificuldades, Portugal ou a Grécia?

    Bom, fico-me por aqui.

    Cumprimentos. :))

    JV

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  13. ~~~
    ~~ Peço desculpa por me intrometer no debate...

    ~~ Esse discurso de transformar a macroeconomia comparável à economia doméstica
    é um discurso demasiado básico e, por de mais, estafado.
    ~~ Por essa ordem de ideias, qualquer contabilista poderia ser ministro da economia...
    ~~ Cursos superiores, PhD em economia e doutoramento seriam meras medalhas decorativas.
    ~~ Com franqueza!!
    ~~~~~~~~~~~~~~~~
    ~~ Não pode acontecer que se asfixie a economia de um país, quando há dívidas a pagar!
    ~~ Não pode acontecer que não existam acordos de cooperação e fundos comunitários capazes de enfrentar crises.



    ~~ Quanto ao EF, é um Poeta da maior verticalidade.
    ~~ É meu Amigo, porém, sabe que não sou da sua orientação política.
    ~~ Sempre manifestou a maior consideração por todos as pessoas íntegras.
    ~~ Criou o referido blogue, onde o Puma ataca, apenas, quem não lhe merece respeito.

    ~~~~~~ Abraço. ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
    ~ ~ ~

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    1. Olá Majo,
      Já tinha interligado o Puma ao EF mas não tinha a certeza.

      Respeito todas as opiniões e acho graça ao debate.
      Obrigada pela sua presença.
      Beijinho. :))

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  14. Não me esqueço que sou nesta página um convidado, e que a pessoa a quem ela pertence, merece todo o respeito. Por isso Sr.Majo, não vou responder as palavras que me dirigiu, claro porque era de mim que falava, porque provavelmente iria ser desagradável consigo. Alias como já tinha respondido à franca má educação do outro senhor, mas que logo me arrependi, porque já sabia que vinha aí mais do mesmo, ou pelo próprio, ou por outro alguém com o mesmo nível de delicadeza no trato :)

    Não lhe vou responder.

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    1. JV,
      Realmente sou de esquerda. Vejo o bosque e situo-me no centro dele.
      Não gosto de qualquer tipo de ditadura seja de direita, seja de esquerda.
      Achei graça à metáfora que utilizou.
      Não sou política nem tenho qualquer cargo político. Também gosto de estar longe dela.
      Tenho um arquétipo que sigo, um modelo ou projecto e apenas giro em torno dele.
      Obrigada.
      Boa tarde. :))

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  15. Alias, não vou escrever mais sobre o assunto, nem em resposta a alguém que se me dirija de forma menos correta. Apenas para dizer que respeito sempre os pontos de vista dos outros, mesmo que não coincidam com os meus. E que a agressividade ou a má educação quase sempre é apanágio daqueles que não toleram a forma de pensar dos outros.

    Os meus sinceros cumprimentos a todos :)

    Obrigado. JV

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    1. Boa tarde e obrigada pelo debate. Acho que estávamos a escrever em simultâneo.:))

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  16. Ah, Europa perdida - e que linda estás na pintura! Tanta coisa a dizer, a gritar, a protestar. Deixo as palavras de um grande amigo meu, no FB, João F. Casaca: "Nesta Europa, a austeridade significa roubar aos mais fraco e à classe média, não tocar nos privilégios dos ricos, salvar à custa dos contribuintes bancos falidos e vender ao desbarato o que dentro do país vale alguma coisa."

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    1. Maria João,
      Também achei esta Europa muito linda, faz lembrar Botticelli. Pena é que ande tão desorientada.
      Beijinho grato. :))

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  17. O quadro é lindo e tristemente real.
    Subscrevo a posição da Ana sem qualquer reserva.
    Dá vontade de rir pôr-se a hipótese das instituições internacionais terem sido enganadas pela Grécia.
    Quem é que meteu a cunha para a Grécia entrar no Euro? Goldman Sachs, FMI não são companheiros no negócio?
    As instituições europeias são o que são, têm os genes da burocracia e da arrogância e da ineficácia. Diria que são demasiadamente caras. Basta ver as sucessivas reuniões, conselhos (de água a ferver) em que os participantes são meros figurantes...
    Não vale a pena continuar...
    Boa tarde, Ana.

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    1. Pois é, Agostinho.

      Estamos em sintonia.
      Obrigada pela sua passagem por cá.
      Boa noite.:))

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