26/10/2010

So Melancholy!

Albrecht Dürer, Melancholy
x

«Seriousness in play. At sunset in Genoa, I heard from a tower a long chiming of bells: it kept on and on, and over the noise of the back streets, as if insatiable for itself, it rang out in evening sky and the sea air, so terrible and so childisch at the some time, so melancholy. Then I thought of Plato's words and felt them suddenly in my heart: all in all, nothing human worth taking very seriously, nevertlhess...»x

Friederich Nietzshe, Man Alone with Himself, London:Penguin Books, 2008 p. 38

5 comentários:

  1. Margarida,
    Gosto imenso de Dürer e deste trabalho em particular por causa da sua simbologia.
    Bom dia!

    ResponderEliminar
  2. Anamiga

    Excelente ideia, esta de juntar Dürer com Nietzsher, numa simibiose que dá prazer a quem a vê e lê.

    Por isso, muitos parabéns e muito obrigado.

    Amiga

    Chego aqui por intermédio do nosso Amigo AC e estou muito satisfeito por te ter encontrado. O teu blogue é muito interessante, e bem escrito. O que, para mim, que sempre ganhei a vida a produzir prosa tão honesta quanto possível, é motivo acrescido de satisfação.

    Espero que me retribuas a visita e deixes comentários na Minha Travessa. Obrigado

    Qjs = queijinhos = beijinhos

    NB – Peço-te desculpa, mas tenho de referir que este é um texto base, ainda que com algumas apreciações individuais e específicas. Infelizmente não sou dono do tempo, e a sê-lo seria uma chatice… Para que não haja dúvidas. Mas, é sincero.

    ResponderEliminar
  3. Aninhasamiga

    ... e se me permites mais uma tirada, penso que a famigerada VERIFICAÇÃO DE PALAVRAS não aquenta nem arrefenta . Por mim, já deitei a que tinha para a cesta secção...

    + qjs

    ResponderEliminar
  4. Caro Henrique Antunes Ferreira,

    Muito obrigada pelas suas palavras. Espreitei o seu perfil e confesso que fiquei embaraçada!

    Nem sempre escrevo bem. Por vezes, parece que estou a acordar de um sono e as palavras não brotam como deveriam.

    Bem-vindo a esta casa!
    Abraço,
    Ana

    ResponderEliminar

Arquivo