03/10/2015

"A moralidade..."

Em direcção aos céus,
quilha
ou vela?


13/12/49

A moralidade informa a experiência e não o inverso. Eu sou a minha história, no entanto, no desejo moral de compreender o meu passado, para ser completamente auto-consciente tornei-me precisamente aquilo que a minha história demonstra que não sou - livre.

Susan Sontag, Renascer Diários e Apontamentos 1947-1963. Lisboa: Quetzal, 2010, p. 72.


Um Senhor para Gaudí: um homem prodigioso. Lamento que as novas construções sejam baseadas na sua obra e não façam sobressair o melhor que há de si nelas.

24 comentários:

  1. Respeito a reflexão ( já passa da meia noite...).

    Um beijo, Ana.

    ResponderEliminar
  2. Não gosto de quem fala alto... ( Sei que me estou a desviar do sentido do PUMA ! )

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Nuestros hermanos hablan um pouquito alto.
      Bj.:))

      Eliminar
  3. Gaudí... uma referência na arquitectura!
    Tudo tem um tempo... uma época!

    Um beijinho.:)

    ResponderEliminar
  4. Respostas
    1. Obrigada, Margarida.
      Beijinho e bom Domingo. Ontem deixei-lhe um comentário mas eclipsou-se!

      Eliminar
  5. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderEliminar
  6. A moralidade é um conceito delicado de geometria variável. Seja com vela ou quilha sobe-se num instante (ao céu) ou submerge-se (no fogo do inferno). E_terna_mente!
    Gaudi inverteu quilhas cuidando dominar tempestades celestes. Já o Cohen prefere(iu) asas que vê(iu) nos anjos.
    Independentemente do caminho e da galé os cavalheiros referidos têm em comum a genialidade dos eleitos.

    Bom domingo, Ana.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Obrigada pelo seu comentário, Agostinho.
      Bom Domingo. :))

      Eliminar
  7. ~ Já é a terceira tentativa de validar o comentário...


    ~ Moralizar a elevação da arte e o enlevo da pura paixão?!

    ~~ A liberdade absoluta é uma utopia...

    ~~~~~ Beijinhos. ~~~~~~~~~~~~~
    ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~




    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Majo,
      Pois é, diz bem uma utopia. Só seríamos completamente livres se vivesse-mos sozinhos mas aí também seríamos infelicíssimos.
      Beijinhos. :))

      Eliminar
  8. Aninhasamiga

    Mais um excelente post! Mas JÁ ACABOU O DIA DE REFLEXÃO!!! (00:55) Vou VOTAR COSTA!!!

    Qjs do Leãozão

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Obrigada. :))))
      Vamos ver como vão ser os resultados...
      Beijinhos.

      Eliminar
  9. Que saudade de revisitar Gaudi, o Homem que nos transporta ao céu.
    E Cohen, sempre!
    Beijinho, Ana.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. GL,
      Vale a pena, ele era uma homem genial e tinha tanta fantasia e movimento na sua cabeça. Um verdadeiro naturalista e cientista.
      Beijinho. :))

      Eliminar
  10. Que saudade de revisitar Gaudi, o Homem que nos transporta ao céu.
    E Cohen, sempre!
    Beijinho, Ana.

    ResponderEliminar
  11. Tenho esse livro da Susan Sontag e a vontade de o ler, mas ainda não chegou a vez.

    Gosto muito do Leonard Cohen e acho a tua foto muito sugestiva.

    A liberdade total não se consegue, mas pode chegar-se lá perto - talvez poucos o consigam, pois será necessário despojamento das coisas materiais. Parece-me...

    Um beijinho e desejo-te uma boa semana de trabalho:)

    ResponderEliminar
  12. Isabel,
    Já o li há uns tempos (4 ou 5 anos) mas registei numa folhita alguns aspectos que me tocaram.
    A escolha da música prendeu-se com a Sagrada Família. A voz de Cohen é especial.
    Julgo que tens razão, tem que haver um despojamento das coisas materiais. Obrigada.
    Beijinho e boa semana.:))

    ResponderEliminar
  13. Grande post, Ana, por vários motivos!

    Um beijinho :)

    ResponderEliminar

Arquivo