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18/04/2015

No Dia Internacional dos Museus e Monumentos...

No Dia Internacional dos Museus e Monumentos um memorando: 
Museu do Holocausto distinguiu padre português. 

O padre Carreira salvou refugiados judeus em Roma durante a Segunda Guerra Mundial. A distinção do Museu do Holocausto, sediado em Jerusalém, foi entregue à família, numa cerimónia que teve lugar esta quarta-feira, na Sinagoga de Lisboa.
Sic Notícias

Pelas vítimas do Holocausto: malmequeres.  Melhor será  dizer bem-me-quer




Na Sinanoga de Lisboa: em memória do padre Joaquim Carreira, ver o link:

http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2015-04-16-Museu-do-Holocausto-distingue-padre-portugues



27/01/2015

Holocausto- In Memoriam

No dia em que se assinala o Dia Internacional da Memória do Holocausto recordo a figura de Arístides de Sousa Mendes. Uma exposição que vi recentemente no Centro de Coordenação Cultural de Viseu: 

Coragem em tempo de Medo: Arístides de Sousa Mendes



















2. Sala Vermelha - sala do terror     1. Sala Azul - sala biográfica. 

 Sala do Terror - O Nacional Socialismo - Hitler e o poder
Sala Roxa - sala que foca as dificuldades sentidas. Leis de Nuremberga que limitaram a passagem de vistos.

Sala Laranja - O cônsul ajudou a fugir muitos judeus dando vistos quando já não o podia fazer.
Crianças refugiadas em Portugal, 1941
Sala Verde - a sala da homenagem e reconhecimento
Placa de homenagem no Bosque dos Justos, Jerusalém                    Retrato em Jerusalém

Homenagem no Parlamento Europeu e na Assembleia da República: 
Cruz da Ordem Militar de Cristo



... com o sofrimento de tantos judeus.

27/01/2014

27 de Janeiro, em memória das vítimas do holocausto

Vidas partidas... laços desfeitos... uma visita em memória...                                      
«(...) Eu visitei Auschwitz-Birkenau em Novembro passado. Um vento frio soprava naquele dia, o chão sob os meus pés era rochoso. Mas eu tinha um sobretudo e sapatos resistentes; os meus pensamentos foram para aqueles que não tinham nem uma coisa, nem outra: os judeus e outros prisioneiros que outrora povoaram o campo. Eu pensei naqueles prisioneiros a passar horas em pé, nus, num clima gelado, arrancados às suas famílias, os seus cabelos rapados enquanto os preparavam para as câmaras de gás. Pensei naqueles que foram mantidos vivos apenas para trabalhar até a morte. Acima de tudo, reflecti sobre quão insondável o Holocausto permanece até hoje. A crueldade foi tão profunda, a escala tão grande, a visão de mundo nazi tão deformada e extrema, a mortandade conduzida de uma forma tão organizada e calculada. (...)
Marian Turski, um judeu polaco que sobreviveu a Auschwitz e é hoje o vice-presidente do Comité Internacional de Auschwitz, guiou-me através do infame portão com o lema "Arbeit Macht Frei" (O trabalho liberta) – desta vez em liberdade. O Rabino Yisrael Meir Lau, um sobrevivente de Buchenwald e agora o rabino-chefe de Telavive, esteve ao meu lado na rampa onde os comboios de transporte descarregavam a sua carga humana, e contou o momento traumático quando o rápido movimento do dedo indicador de um comandante das SS significava a diferença entre a vida e a morte. Sinto pesar por aqueles que morreram nos campos, e estou impressionado com aqueles que viveram – que carregam memórias tristes, mas também mostraram a força do espírito humano. (...)
Ao longo de quase uma década, o Programa de Informação “Nações Unidas e o Holocausto” tem vindo a trabalhar com professores e alunos de todos os continentes para promover a tolerância e os valores universais. O mais recente pacote educacional do programa, produzido em parceria com o Museu Memorial do Holocausto nos Estados Unidos, vai ajudar a introduzir estudos sobre o Holocausto nas salas de aula de países como o Brasil, a Nigéria, a Rússia e o Japão. Na cerimónia de comemoração deste ano na sede da ONU, o orador principal será Steven Spielberg, cujo Instituto Shoah para a História Visual e a Educação foi um marco na preservação dos testemunhos de sobreviventes.»

Secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, no Público, 26-01-2014, link.

Anne Frank é mais um registo das vítimas do holocausto.  Casa de Anne Frank (fotografia minha), Amesterdão

O que se podia ver do anexo da fábrica* link



27/01/2013

El Jardín - lembrando o Holocausto

Sinagoga de Budapeste, em
Memória dos que pereceram


Pranta Bass  viveu no gueto de Theresienstadt e com 12 anos escreveu:

El jardín

Pequeño, pero lleno 
de rosas, el jardín 
va por el camino 
niño pequeño 
niño precioso
lindo como un pimpollo 
cuando se abra el pimpollo 
muerto estará 
el niño pequeño.

Bess P., Aquí no hay mariposas. Dibujos y poemas de los niños del gueto Theresienstadt, legado y biblioteca obrera, a través del Museo Nacional Judío de Praga, 1990. 

Pranta Bass foi assassinado dois anos depois em Auschwitz. Em sua memória e na de todos que pereceram no Holocausto.

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