27/09/2017

Red Tower

Para Majo,

O meu estado de espírito, 



daí não visitar os blogues amigos e andar distante.

Giorgio De Chirico, The Red Tower, 1913, Guggenheim, New York 
Giorgio de Chirico, The Red Tower, 1913. Oil on canvas, 28 15/16 x 39 5/8 inches (73.5 x 100.5 cm)

10 comentários:

  1. Talvez cada homem seja, em situações várias, uma red tower. Talvez as situações nos façam erguer muralhas e seteiras estreitas. Ou seremos nós a muralhar-nos, tijolo atrás de tijolo, implacáveis. Nenhum homem é uma ilha, mas todos, em algum momento, somos torres. Não sei se por bem, se por mal, mas somos.
    Portanto, não sendo exemplar único, pode que se sinta mais acompanhada e saia da torre vermelha (a da pintura é soberba e soalheira).
    Ânimo!:). A nossa vida quase nunca é como a desejamos. Mas vamos sendo. Desenrolamos nela. Quem sabe é só o que podemos fazer. Até ao fim.
    Um abracinho

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  2. A vida não tem coragem de nos mostrar as torres que erigimos por instinto. Quando nos damos conta, afinal, as certezas não passam de construções efémeras.
    BFS, Ana.

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    1. Obrigada, Agostinho, Talvez seja assim.:))
      Beijinho.

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  3. Depois de um dia cinzento, de vendavais e tormentas, haverá sempre um novo amanhecer. Haverá o sol e o céu azul. É preciso lembrar-se disso, sempre. Beijos. Bela imagem, música maravilhosa.

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  4. Querida Ana, já passou muito tempo e não é nada saudável isolar-se.
    Sabe perfeitamente que o convívio é muito benéfico ao seu equilíbrio.
    Quando Deus fecha uma porta, abre-nos sempre uma janela, quiçá com mais luz e calor...
    Beijinho e terno abraço.
    ~~~~

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  5. Ana, temos é de tomar um cafezinho e uma nata com canela :)
    Aproveitar o sol e o calor da amizade...
    beijinho

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