06/07/2011

''Para que preciso de pés quando tenho asas para voar?''

Magdalena Carmen Frida Kahlo Calderón nasceu a 6 de Julho de 1907, na Cidade do México.

''Para que preciso de pés quando tenho asas para voar?''


Frida Kahlo's self-portrait "Yo y mis pericos" (Me and My Parrots) is among the works by the artist featured at the Philadelphia Museum of Art

Detalhe

Frida Khalo no Diário: Eu sou a desintegração


No Diário, Um Auto- Retrato Íntimo, Frida despediu-se com a seguinte afirmação:

''Espero a partida com alegria... e espero nunca mais voltar... Frida''

O amor obsessivo de Frida por Diego de Rivera está dentro deste poema:


Poema do diário de Frida

Diego. princípio
Diego. construtor
Diego. meu bebé
Diego. meu noivo
Diego. pintor
Diego. meu amante
Diego. meu marido
Diego. meu amigo
Diego. meu pai
Diego. minha mãe
Diego. meu filho
Diego. eu
Diego. universo
Diversidade na unidade.
Porque é que lhe chamo Meu Diego?
Ele nunca foi e nem será meu.
Ele pertence a si próprio.

14 comentários:

  1. Olá Ana,

    Excelente post!

    Um beijinho

    Blue

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  2. Sou uma fã da Frida kahlo cuja pintura penso que reflecte uma história de vida dolorosa, com muito sofrimento físico, devido aos problemas resultantes dum acidente.Vi o filme e tenho-o, bem como um livro sobre a vida dela.Mas o diário não conheço. Existe em português? Gostaria imenso de o comprar.

    Um beijinho
    isabel

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  3. Ainda voltei para dizer que as músicas são fantásticas. Penso que tem também uma muito bonita cantada pelo Caetano Veloso e uma ou mais pela Lila Downs .

    Gostei muito de ler o post e ouvir as músicas.

    Isabel

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  4. Querida Ana,

    Como é bom vir aqui.
    Acho a obra de Frida muito sofrida, mais de coragem e garra. Acho que quando se foi, foi inteira, assim como viveu, completa.

    Bjs - 4 + o meu, cozinheira nº 5

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  5. Bom dia, Ana. É uma merecida homenagem. A história de Frida é uma história de sofrimento, coragem e determinação. Não deixa de espantar que, estando ela quase em permanente sofrimento físico, conseguisse descentrar-se da dor e ser capaz de produzir.

    Um abraço e os votos da continuação de uma boa semana.

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  6. Ana,
    São pessoas como a Frida, que fogem à norma, que têm o condão de nos espevitar. Fundamental, este género de pessoas...!

    Beijo :)

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  7. Foi uma vida triste de uma personagem estranha. Fui ver a exposição dela no CCB. Interpelativa, a cada instante

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  8. Blue,
    Um beijinho, gosto imenso de Fida!:)

    Isabel,
    Também sou fã de Frida, do que escreveu, do que pintou. Enfim, a sua vida impressionou-me, tal como a sua dor e a su garra!
    Beijinho. :)

    Queridas Cozinheiras Vurdóns,
    É tão bom vê-las por aqui. Concordo, quando partiu, partiu inteira e completa!
    5 Bjs +

    R,
    Também penso que o sofrimento a levou à produção artística que a caracterizou. Aliás, começou tarde a pintar. O seu amor sofrido e intenso acompanhou toda a sua desconstrutividade e construtividade.
    Abraço! :)

    AC,
    Completamente de acordo, faz-nos espevitar e sobretudo, pensar.
    Beijo. :)

    George Sand,
    Tenho pena de não ter visitado a exposição no CCB. Interpelativa é um excelente adjectivo para caracterizar a sua arte.
    Abraço!:)

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  9. Tenho cá por casa uma biografia dela, de Rauda Jamis, e recordo essa frase. É pungente!
    Uma mulher que primou pela originalidade e capacidade de transformar o sofrimento em expressão artística. Bem lembrada!
    Um beijinho :)

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  10. Gostei muito da citação: as asas da imaginação são poderosas! Bj!

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  11. Isabel,
    Tanto quanto sei, o Diário foi publicado no Brasil. Ainda não o encontrei por cá.
    Mas adorava tê-lo!
    Bjs. :)

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  12. Sara,
    A história de vida dela é absorvente. Concordo que esta afirmação é pungente!
    Um Beijinho. :)

    Margarida,
    Gosto muito da citação, das asas de tudo, até da sombra quase masculina (que choca) que por vezes aparece nos seus auto-retratos.
    Bjs. :)

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