Ontem ao descer uma das escadas da cidade encontrei um barquinho de papel. apanhei-o, sorri, e guardei-o.
Um barquinho para nos levar a viajar. Sonhei com a ida a Veneza, agora um sonho adiado. Da Biblioteca Municipal havia trazido o livro de Steve Berry, A Traição Veneziana. O cenário veneziano entrara assim, nas minhas leituras.
À tarde, tinha em casa um presente que era a oferta de uma viagem a Veneza. A minha amiga Cláudia Ribeiro, da Livraria Lumière, enviou-me o roteiro de Veneza, ofereceu-me a viagem sonhada. Obrigada Cláudia por Veneza ter entrado em minha casa. Há quem diga que não há coincidências!
Jane Gatti deixou-me roubar este poema que casa muito bem com este presente, pois abriu a minha janela de par em par para ver a poesia de VENEZA.
Emergência
Quem faz um poema abre uma janela. Respira, tu que estás numa cela abafada, esse ar que entra por ela. Por isso é que os poemas têm ritmo - para que possas profundamente respirar. Quem faz um poema salva um afogado.