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08/01/2013

"não se olha a vida nos olhos". Paradoxo?

Sobre a citação de Zafón: "não se olha a vida nos olhos", o olhar penetrante e indecifrável de Dürer está associado ao  trabalho produzido. Será um paradoxo?

Detalhe, Albrecht Dürer, Auto-retrato, 1498,  daqui
 Museu Nacional do Prado, Madrid 


- Enquanto se trabalha, não se olha a vida nos olhos.

Carlos Ruiz Zafón, A Sombra do Vento. Lisboa: D Quixote, 2004, p.379.

Do mesmo livro não resisto em colocar outra citação que me encanta:

«...os acasos são as cicatrizes do destino.», p.456.



05/12/2012

O livro e a alma

Jonathan Wolstenholme is a British artist and illustrator best known for his amazingly detailed works deriving from a love of old books. Daqui.
The Wise Books 

Cada livro, cada volume que vês, tem alma. A alma de quem o escreveu e a alma dos que o leram e viveram e sonharam com ele.  Cada vez que um livro muda de mãos, alguém desliza o olhar pelas suas páginas, o seu espírito cresce e torna-se forte.

Ruiz Zafon, A Sombra do Vento. Lisboa: D. Quixote, 2009 (17 ª edição, tradução de J. Teixeira de Aguilar), p. 14.

E por falar de livros gostaria muito de ir ao Porto à


Obrigada Cláudia por me ter feito chegar às mãos este título de Zafon que ainda não tinha lido. Estou a adorar!:)
Retirado do Youtube

12/09/2011

"O Tempo"... um lamento!





Não concordo inteiramente mas...





O tempo não nos torna mais sábios, apenas mais cobardes.



Carlos Ruiz Zafón, Marina, Lisboa: Planeta, 2010, p.259 (trad. Maria do Carmo Abreu)


Faz tempo que tenho problemas com o blogue, desapareceram "Outras Culturas" e "seguidores", mudei de modelo e apareceu o que havia desaparecido. Apesar de ter recuperado os elementos nunca mais voltaram ao modelo inicial, isto é, aparecerem do lado esquerdo. Passaram então, para o final do blogue. Finalmente, parece que voltei a ter tudo no lugar.



Alguns amigos disseram-me que não conseguiam ver o blogue. Depois de tantas vicissitudes e de esperar que o blogger repusesse o que estava mal decidi vestir o modelo mais simples para pelo menos chegar a todos. Lamento estes contratempos. Agradeço a todos a visita e a companhia.


18/06/2011

"Era um relógio de bolso"

Como eu gostava de parar os ponteiros do relógio...





Era um relógio de bolso. Peguei-lhe e examinei-o à luz das velas. Os ponteiros estavam parados e o mostrador rachado.

Carlos Ruiz Zafón, Marina, Lisboa: Planeta, 2010, p. 15









Convento do Carmo (Quartel), Lisboa



Comecei a ler Marina de Zafón que me fez lembrar o regresso à adolescência. Será um erro?









Trecho do balé Bach, criado em 1996, coreografia de Rodrigo Pederneiras, musica de Marco Antonio Guimaraes (do Uakti) sobre obra de Bach.

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