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25/10/2016

Forever Young...

What can I say, I'm speechless.

To Bob Dylan


Forever Young
May God's bless and keep you always
May your wishes all come true
May you always do for others
And let others do for you
May you build a ladder to the stars
And climb on every rung
May you stay
Forever young
Forever young
Forever young
May you stay
Forever young
May you grow up to be righteous
May you grow up to be true
May you always know the truth
And see the lights surrounding you
May you always be courageous
Stand upright and be strong
And may you stay
Forever young
Forever young
Forever young
May you stay
Forever young
May your


15/10/2016

Com F [linpo] no coração



Parabéns Flinpo pelo 6º Aniversário!

Fazes passar ante os meus olhos as séries de seres vivos [...]

Shopenhaeur, Da Necessidade Metafísica. Lisboa: Editorial Inquérito Limitada, ( trad. Lobo Vilela, 2 edição), s.d.(comprado em 1960), p. 57. Obrigada.


Ao laureado Nobel da literatura, um cantor que ouvi bastante.

09/07/2015

"O futuro"

De cabelos ao vento

Não sei se o homem tem o destino traçado, mas o berço em que se nasce é facilitador do seu destino. Será a audácia, a ventura, ou o acaso, o determinante? 
Pensamento que me ocorreu ao ler o trecho de Rachel Joyce.
O livro teve o condão de me transportar à infância/adolescência. O bizarro que envolve o tempo roubado prende-nos à leitura.

Rachel Joyce escreveu argumentos para a rádio, televisão e teatro. Recebeu o National Book Award com o livro A improvável viagem de Harold Fry, em 2012. É o primeiro livro que leio da autora e escolhi-o por causa do título fabuloso: O Bizarro Incidente do Tempo Roubado. A capa do livro também é muito bonita.
Imagem da capa.

«Um romance empolgante sobre as restrições esmagadoras que uma classe social pode impor, o fardo das expectativas dos pais e o estigma ligado às doenças mentais.»
The Independent.

James Lowe e Byron Hemmings frequentavam a Winston House School porque era privada. Havia outra escola mais perto, mas não era privada; era para toda a gente. Os miúdos que frequentavam essa escola vinham do bairro social de Digby Road. Das janelas de cima do autocarro, atiravam cascas de laranja e beatas de cigarro aos rapazes da Winston House.  Os rapazes de Winston House não iam de autocarro. As mães é que os levavam de carro porque a distância ainda era grande.
        O futuro dos rapazes da Winston House estava traçado. A história deles tinha um princípio, um meio e um fim. No ano seguinte, fariam o exame de admissão à escola secundária. Os rapazes mais inteligentes ganhavam bolsas de estudo e, aos treze anos, iriam para escolas internas. Falariam com a pronúncia certa e aprenderiam as coisas certas e conheceriam as pessoas certas. Depois viria Oxford ou Cambridge. Os pais de James estavam a pensar em St. Peter's; os de Byron em Oriel. Seguiriam carreira em Direito ou na City, na Igreja ou nas Forças Armadas, exatamente como os pais. Um dia teriam um apartamento em Londres e espaçosas casas de campo onde passariam fins de semanas com as mulheres e os filhos.

Rachel Joyce, O Bizarro Incidente do tempo Roubado. Porto: Porto Editora, 2015, p. 15.

08/03/2013

"Onde mora a plenitude"


No dia da mulher  deixo a rosa para todas as mulheres que por aqui passam.
Zayasaikhan Sambuu, Sem título

AS FONTES

Um dia quebrarei todas as pontes
Que ligam o meu ser, vivo e total,
À agitação do mundo do irreal,
E calma subirei até às fontes.

Irei até às fontes onde mora
A plenitude, o límpido esplendor
Que me foi prometido em cada hora,
E na face incompleta do amor.

Irei beber a luz e o amanhecer,
Irei beber a voz dessa promessa
Que às vezes como um voo me atravessa,
E nela cumprirei todo o meu ser.

Sophia de Mello Breyner Andresen, Poesia I              

[O sublinhado é meu].

06/07/2012

Forever...



May God bless and keep you always 
May your wishes all come true
May you always do for others
And let others do for you
May you build a ladder to the stars
And climb on every rung
May you stay forever young
(...)

09/09/2011

"O faz de conta"

Pieter Brueghel, o velho, detalhe de "Provérbios Flamengos", 1599
(A capa da falsidade) A minha leitura aqui é faz de conta

Óleo sobre madeira, 117 x 163 cm, Museu de Berlim, Alemanha





Clarice Lispector, Uma Aprendizagem ou o Livro dos Prazeres, Lisboa: Relógio de Água, 1999, p.12.

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