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03/11/2021

Para uma amiga

 Parabéns, Margarida!

O dia está quase a terminar, resta-me desejar um serão muito feliz

 e que se repita por muitos e bons anos.


Victor Petré Still life , c. 1960



https://www.pamono.eu/still-life-painting-on-canvas-by-victor-petre-belgium-1960s




27/07/2019

Eternidade (?)

Será que um parafuso agarra a eternidade?



Considero a eternidade celeste como um estado de abstração. Parece-me que se a compreendemos é através da teoria, não dos sentidos. A linguagem teúrgica pretende explicar-nos o que é, o que vale, e ficamos na mesma. Quer dizer, o nosso senso do relativo não pode abarcá-la. No fundo, repugna-nos. Que fechemos os olhos do entendimento... Pois fechemo-los, e vêem-se as almas a flutuar na eternidade como o verbo sobre o caos antes de ter sido criado o mundo. Quer dizer que não se vê nada. Nem sombras... nem sombras de penas ao vento, sequer. Mas eu quero aceitar a ideia de eternidade como sendo o oceano ilimitado em que passam à deriva, ou mesmo seguindo seus cursos, astros, asteróides, seres e coisas, a ciscalhada toda da criação.

Aquilino Ribeiro, Dom Frei BertolameuAs três desgraças teologais. Amadora: Bertrand, 1959, p. 168-69


Uma leitura de Verão que me apraz!

Cortesia do youtube

22/02/2013

Indignação

"Indignação"  teve o condão de me apaziguar com o escritor Philip Roth. 
A narrativa tem como protagonista o jovem Marcus Messner, estudante universitário. 
Os desafios que tem que enfrentar, as convicções que quer defender, as descobertas que prima em valorizar, o ambiente social e intelectual académico ao qual tem de se adaptar tornam a personagem vulnerável e complexa.



«Em todas as universidades há sempre um ou dois jovens intelectualmente precoces, membros autoproclamados de uma intelligentsia de elite que têm necessidade de se promover (...)».

Philipe Roth, Indignação. Lisboa: D. Quixote, 2009, p. 88. (tradução Francisco Agarez)


Será a indignação o elixir da juventude? 

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