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14/01/2012

Discurso estéril - Alçada Baptista

Detalhe de O Desterrado, Soares dos Reis, 1872


Museu Soares dos Reis, Porto




Tenho que retomar o peso e a medida da palavra humana, quanto mais não seja para dizer com clareza que estamos a matar as almas à custa de pôr o homem a falar em voz alta e a fazê-lo viver desse discurso estéril. Que estamos a cair numa astenia geral, numa sociedade de fantasmas que, à custa de dizer palavras perderam a linguagem do ser. Gostaria de tentar redescobrir as ribeiras subterrâneas e as orações secretas que se diziam baixinho, as meias palavras que evocavam o estofo misterioso do tempo, as palavras segregadas dos amantes que comunicavam talvez a pulsação do cosmos, talvez a linguagem e o silêncio de Deus.

António Alçada Baptista, Os Nós e os Laços, Lisboa: Editorial Presença, 1985, p. 127.

09/12/2011

Pormenores!

A menina esculpida por Soares dos Reis tem um ar sonhador e embevecido ao olhar o cesto cheio das rosas que apanhou. Em especial para a Sandra de Presépio no Canal.


António Soares dos Reis, Viscondessa de Vinhó e Almedina, 1882



Detalhe 1 Detalhe 2

Detalhe 3 Detalhes 4

No dia em que uma estátua é acabada, começa, de certo modo, a sua vida.





Marguerite Yourcenar, O Tempo esse grande escultor, Lisboa: Difel, , 1983, p. 49


(trad. Helena Vaz da Silva)

08/12/2011

Maravilhada!

Do Porto, da Livraria Lumière trouxe estas miniaturas que a Cláudia encontrou. Muito obrigada!


Maravilhou-me.


"O livro é um mudo que fala, um surdo que responde,


um cego que guia, um morto que vive."


Padre António Vieira (retirado do citador)

Buda, Zaratrusta e Ali Babá e os 40 Ladrões


Medem 3,2 cm


Pormenor da escultura de Soares dos Reis, Viscondessa de Vinhó e Almedina, 1882,


Rosas para a Cláudia e a Alexandra


Museu Soares dos Reis, Porto

Arquivo