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16/09/2017

In Memoriam João MS!

LIBERDADE

(...)
Sou livre, sou livre...
Sinto-me limitado e impotente.
Não durmo nem sonho.
Queria ser livre para amar 
loucamente.
Aqui, sinto-me asfixiar,
estou incapaz, estou louco
Queria gritar até se ouvir
A minha voz nos céus: sou livre! Estou louco.

João Mattos e Silva, Sem Contorno. Lisboa: Edições Excelsior, 1968, p. 51.


Júlio Pomar para o levar na sua viagem, João.


09/01/2017

Um destino, a História, 2 marcos e mundos diferentes

Talvez seja polémica a minha homenagem por juntar dois rostos tão antagónicos. Contudo, o primeiro a quem presto aqui homenagem existiu e construiu-se  a combater o segundo.
Dois homens que marcaram quatro décadas, influenciaram meio século e estiveram em actividade política exactamente 42 anos: contando ao primeiro (de forma livre) a partir de 1974 a 2017 e ao segundo a partir de 1926 (ministro das Finanças) a 1968. Dois rostos incontornáveis na História de Portugal.


                      Retrato presidencial de Mário Soares,
                         Júlio Pomar, 1992    (Wikipédia)                                     António de Oliveira Salazar
                                                                                                                         (Wikipédia)
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Felizmente, vivi mais tempo em democracia do que em ditadura. Contudo, lembro-me destes dois mundos, do que se estudava na escola, das mentalidades e da ruptura que constituiu viver num e noutro.
Cabe-me agradecer ao Dr. Mário Soares ter tido a coragem que teve, ter optado por construir a sua vida como a construiu e ter feito de Portugal uma democracia.


19/12/2011

Júlio Pomar

Júlio Pomar é um pintor com um longo percurso desde o neo-realismo ao expressionismo abstracto. Hoje lembrei-me dele e o título que poria à colagem representada seria:


Corpos em Harmonia


Júlio Pomar, L´Épure, 1977


Colagem e acrílico sobre tela, 100 x 100 cm. Colecção Joost van Odijk, Essene

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