(...)
Sou livre, sou livre...
Sinto-me limitado e impotente.
Não durmo nem sonho.
Queria ser livre para amar
loucamente.
Aqui, sinto-me asfixiar,
estou incapaz, estou louco
Queria gritar até se ouvir
A minha voz nos céus: sou livre! Estou louco.
João Mattos e Silva, Sem Contorno. Lisboa: Edições Excelsior, 1968, p. 51.
Júlio Pomar para o levar na sua viagem, João.