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10/01/2012

Nu

Reflexão depois de ler um livro que comprei na Livraria Lumière sobre Inês de Castro.


Paulo Ferreira, (Lisboa, 1911-1999)

Desenho a tinta da china e aguarela, altura: 22,5; largura: 34cm, Museu do Chiado – Museu Nacional de Arte Contemporânea. Lisboa



Nu feminino deitado numa cama, de frente, cabelo apanhado atrás, com o cotovelo direito assente numa cómoda, baixando o olhar para o lado esquerdo, e com um bandolim encostado no fundo. (Retirado da Matriznet).




"Um grande amor nunca é espontâneo".

Agustina Bessa-Luís, Adivinhas de Pedro e Inês




Talvez a Agustina tenha razão.... Será?
Do amor tantos poetas, escritores, pintores, cantores, filósofos... escreveram, desenharam, meditaram, cantaram. Porém, ninguém consegue apreender totalmente a essência dessa palavra. Há uma certa impossança em abraçar o vocábulo. Terá Pedro vislumbrado a essência em Inês?


Placido Domingo - Tosca - E lucevan le stelle

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