Na praia li o romance sobre Amadeo de Souza-Cardoso de Mário Cláudio. Não o entendo como uma biografia pois ficaria muito aquém do género literário em causa. Porém, encontrei um trecho sobre alegria tão necessária nos dias que correm. Aqui fica com a aguarela do pintor.
Amadeo de Souza-Cardozo, s/ titulo, 1910, Desenho e aguarela
Museu de Arte Moderna- Fundação Calouste Gulbenkian
De que serve a tristeza, de que servem preconceitos? É uma tolice; nada lucramos, tudo perdemos. Deve-se ser alegre, mas de uma alegria sã, sem medo, que desafie até.
Mário Cláudio, AMADEO. Lisboa: Leya, 2008, p. 75.
«In the Vicinity of Happiness,Choreographed by I.Konyukhov. SADC MArch Concert, NYU Tisch. Dancers: Igor Konyukhov, Wen-Jen Huang, Kate Thompson».Youtube
