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23/08/2015

Homenagem A A.H. Oliveira Marques


A melhor homenagem que se pode fazer a um historiador é apresentar o seu trabalho. Os nossos historiadores lá fora: deixo aqui o trecho da História de Portugal editada pela Universidade do Sagrado Coração, S. Paulo, Brasil. 

Capítulo XV Da Monarquia para a República, pp. 283-296.




23/08/2014

In Memoriam - A. H. Oliveira Marques

Casa da Escrita

O historiador abriu muitas portas aos jovens que o liam e que com ele aprendiam.

(...) Sendo o país mais ocidental do continente europeu, Portugal foi, durante séculos, o fim do mundo. Finisterre, o nome de um cabo da Galiza, melhor se poderia aplicar ao cabo da Roca, a ponta da Europa. Para ocidente nada existia, nem mesmo ilhas. De facto, a costa portuguesa, com os seus 848 km, quase não tem ilhas, se esquecermos os pequenos rochedos das Berlengas, ao largo de Peniche. É, além disso, uma costa de poucas aberturas, apesar das longas tiras de praia. O número de bons portos abrigados reduz-se a três ou quatro. E, embora o mar afecte quase todo o Portugal, quer em condições climáticas quer em vegetação, não há praticamente golfos e a quantidade de vida económica dependendo do mar mostra-se secundária.

A. H. de Oliveira Marques, Breve História de Portugal. Lisboa: Editorial Presença, 2012 (8ª edição), p. 12.


23/08/2013

"As Cidades Portuguesas..." A. H. Oliveira Marques in memoriam

A.H. Oliveira Marques nasceu a 23 de Agosto de 1933. A melhor maneira de o lembrar é a sua obra.

Que «vida cultural» existia nas cidades portuguesas nos séculos XIV e XV? Sabe-se que se traduziam livros e parte de livros, que se produziam algumas obras originais e que se vendiam e faziam circular uns e outros. Mas os scriptoria e as «escolas» paleográficas, bem como o número e o nome dos escribas são praticamente desconhecidos.

A.H. Oliveira Marques, "As Cidades Portuguesas nos Finais da Idade Média", in Penélope, Fazer  e Desfazer a História, nº 7, 1992, Dir. A. M. Hespanha, pp. 27-34.





23/08/2012

In Memoriam - A.H. Oliveira Marques




«O livro era caro e raro. A não ser tratando-se de obras religiosas, como bíblias, missais, antifonários e demais livros de ofício, cuja necessidade e disseminação punha em movimento dezenas ou até centenas de tradutores, obras literárias de outra espécie conheciam “tiragens” de um, dois ou três exemplares. Mandava-se copiar o livro A ou o livro B porque o rei ou um grande senhor havia manifestado interesse em o possuir». 

A.H. Oliveira Marques,  A sociedade medieval portuguesa. Lisboa: Sá da Costa,1964, p.192. 

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