25/06/2012
Do redondo ou da beleza...
19/04/2011
A brincar com a água!
x De pura geometrização ela rasga do solo e em exercício continuado dança como uma bailarina. A esfera gigante, ou o mundo, é pequeno perante a frescura e alegria que brota...
para de repente nos aparecer como um espelho que inverte a imagem sem truques fantasiosos, ali tranquila, quase parada, a água tenta impôr o silêncio.
Mas vertiginosamente chama-nos para interagir com ela. Do edifício minimalista cai num trajecto em semi-circulo que envolve quem se atreve a passar por baixo. Na passagem todos vimos a água a transformar-se num túnel em forma de luz. O som, esse é o equivalente a uma fuga de Bach!
- Vem brincar, chama ela, vem, passa por mim e sorri. Apanhados os jovens brincam com a água. Uns têm medo de lhe tocar, outros pelo contrário, tocam-lhe, molham-se e água vencedora ri-se dos mais incautos.
A dança nem sempre é uniforme e os cristais espalham-se no nosso campo de visão.
E, finalmente, surge o edifício que torna a água uma escultura minimalista.
As pedras cinzentas e o pequeno lago apenas existem para realçar o branco e azul da água e para revelar que os três elementos: Água, Terra e Ar se interpenetram no nosso olhar.