O Natal já não é o que era... No entanto, o espírito mantém-se e passa-se mais tempo em família ao quentinho da lareira. O relógio dá as horas e a mesa está sempre posta. O Natal envolve comida e mais comida. Este ano a mesa vestiu-se de vermelho e verde (tradicional). Não faltaram as rabanadas, as filhoses, as broinhas, e outras coisas mais. Mas não foram só doces... as migas de bacalhau e o cabrito também fizeram parte da degustação.
Depois resta a culpa, o sentimento que se come demais, as calorias que é preciso perder...
Recebi um presente gourmet com três tipos de chá (verde com ananás, preto com frutos vermelhos, orquídeas e especiarias e rooibos com pedaços de chocolate, amêndoa e hortelã-pimenta) e três compotas deliciosas: uma de maçã bravo de esmolfe, outra de maracujá com gengibre e pêra rocha com moscatel do Douro. Muito imaginativa a ideia dos autores que criaram a meia-dúzia. Um conceito interessante e delicado pois degusta-se mais comedidamente.
Eis pois, a tradição e a modernidade. Pequei neste Natal porque a gula esteve presente.