16/02/2010

Lullaby, publicada no século XVII, música tradicional inglesa!

William-Adolphe Bouguereau - Lullaby (1875)
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Lavender's blue, dilly dilly, lavender's green,
When I am king, dilly, dilly, you shall be queen.
Who told you so, dilly, dilly, who told you so?
'Twas my own heart, dilly, dilly, that told me so.
Call up your men, dilly, dilly, set them to work
Some with a rake, dilly, dilly, some with a fork.
Some to make hay, dilly, dilly, some to thresh corn.
While you and I, dilly, dilly, keep ourselves warm.
Lavender's green, dilly, dilly, Lavender's blue,
If you love me, dilly, dilly, I will love you.
Let the birds sing, dilly, dilly, And the lambs play;
We shall be safe, dilly, dilly, out of harm's way.
I love to dance, dilly, dilly, I love to sing;
When I am queen, dilly, dilly, You'll be my king.
Who told me so, dilly, dilly, Who told me so?
I told myself, dilly, dilly, I told me so

William Shakespeare Soneto I


From fairest creatures we desire increase,

That thereby beauty's rose might never die,

But as the riper should by time decease,

His tender heir might bear his memory:

But thou contracted to thine own bright eyes,

Feed'st thy light's flame with self-substantial fuel,

Making a famine where abundance lies,

Thy self thy foe, to thy sweet self too cruel:

Thou that art now the world's fresh ornament,

And only herald to the gaudy spring,

Within thine own bud buriest thy content,

And tender churl mak'st waste in niggarding:

Pity the world, or else this glutton be,

To eat the world's due, by the grave and thee.

Homenagem Carlos Paredes

Carlos Paredes: Canto de Embalar, Concerto em Frankfurt


Blake retrato de Francis Bacon!

Francis Bacon, Study for Portrait II - after the Life Mask of William Blake, (1955)

Tate Britain, London

The Sick Rose - William Blake

The sick rose

O Rose thou art sick.
The invisible worm
That flies in the night
In the howling storm:
Has found out thy bed
Of crimson joy:
And his dark secret love
Does thy life destroy

Inverno

Jean-Pierre Denniss é um pintor canadiano
Jean-Pierre Denniss, Hiver Enveloppant

Bert Christensen's Cyberspace Gallery

14/02/2010

Romã


Romã suspensa,
no teu suco guardas o meu amor
escondendo-o da luz do dia
para à noite o poder amar.




Eu cantarei de amor tão docemente

Eu cantarei de amor tão docemente,
Por uns termos em si tão concertados,
Que dois mil acidentes namorados
Faça sentir ao peito que não sente.

Farei que amor a todos avivente,
Pintando mil segredos delicados,
Brandas iras, suspiros magoados,
Temerosa ousadia e pena ausente.

Também, Senhora, do desprezo honesto
De vossa vista branda e rigorosa,
Contentar-me-ei dizendo a menor parte.

Porém, pera cantar de vosso gesto
A composição alta e milagrosa
Aqui falta saber, engenho e arte.

Luís de Camões

Entraste na casa do meu corpo


Entraste na casa do meu corpo,
desarrumaste as salas todas
e já não sei quem sou, onde estou.
O amor sabe. O amor é um pássaro cego
que nunca se perde no seu voo.

Casimiro de Brito, Na Via do Mestre, 2000

Sarah Mclachlan - I Love You

jacques Brel - La Chanson des Vieux Amants!

francoise hardy - peut etre que je t'aime

Valentine day!

Retirado da net.

Bom dia de S. Valentim!


POEMA DE AMOR PARA USO TÓPICO

Quero-te, como se fosses
a presa indiferente, a mais obscura
das amantes. Quero o teu rosto
de brancos cansaços, as tuas mãos
que hesitam, cada uma das palavras
que sem querer me deste. Quero
que me lembres e esqueças como eu
te lembro e esqueço: num fundo
a preto e branco, despida como
a neve matinal se despe da noite,
fria, luminosa,
voz incerta de rosa.

Nuno Júdice

06/02/2010

Elina Garanca - "Sol adoré de la patrie"Donizetti (Dom Sébastien)

Françoise Hardy - Mon Amie La Rose!

Emily Dickinson - Não sou ninguém!


Não sou Ninguém! Quem és tu?
Também – tu não és – Ninguém?
Somos um par – nada digas!
Banir-nos-iam – não sabes?

Mas que horrível – ser-se a Alguém!
Uma Rã que o dia todo –
Coaxa em público o nome
Para quem a admira – o Lodo.


Emily Dickinson, 80 poemas de Emily Dickinson, Lisboa: Edições 70 (tradutor Jorge de Sena)

Picasso e Teresa!

Já não passava por aqui há muito tempo. Abro o ano com Picasso, com Teresa e a coroa de flores.

Pablo Picasso - Marie-Therese Walter, 1937
Nunca gostei de águas separadas, nem de construir a casa em cima de uma fractura.

27/11/2009

Asas numa gaiola!

Um dia cheio de acasos. Este foi mais um! Abri o meu e-mail e encontrei esta belíssima tela enviada pelo Instituto de Santo António dos Portugueses, em Roma, a anunciar uma exposição patrocinada pelo Instituto. A exposição é de Paolo Bigelli e abrirá ao público de 2 de Dezembro até 20 de Dezembro de 2009.
O que me atraiu na tela foi o pássaro na gaiola depois de ter pensado numa asa(s) de Dürer, pintura em vellum: Wings of a Roller. Este acaso fez-me regressar. Hoje, senti-me um pássaro... e a angústia que saboreei foi por não perceber se me remetiam para uma gaiola ou se me davam asas!
Voltar pode significar uma gaiola...
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Paolo Bigelli,
"...ed altri racconti"
"... e mais contos"
Gostei das cores, do pormenor do livro, da mulher perdida nos seus pensamentos mas, o pássaro entristeceu-me!

24/10/2009

No Centro Cultural de Belém está em exposição este belo quadro de Ingres.
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"Duas pinturas que revelam visões diferentes do mito de Édipo, uma de Jean-Auguste Ingres, emprestado pelo Museu do Louvre, e outra de Francis Bacon, estão expostas a partir de hoje no Museu Berardo, em Lisboa". Público 24 de Outubro 2009.

xJean Auguste Dominique Ingres, Édipo expõe o enigma da Esfinge , 1808

Musée du Louvre, Paris

Francis Bacon, "Édipo e a Esfinge depois de Ingres"

Óleo sobre tela, 198 x 147,5 cm, Colecção Berardo, Museu Berardo, Lisboa

Placido Domingo and Teresa Stratas sing the Brindisi from Act I of La Traviata

Nick Drake

Já não vinha cá desde 25 de Junho. Resolvi entrar e foi com espanto que vi um amigo andar por aqui. Obrigada Luís. Vim colocar um músico que não conhecia e que infelizmente morreu com 26 anos de Overdose, Nick Drake.




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