O Cedro
O esplendor e a glória da árvore ancestral foram silenciados com a tempestade Kristin!
Sempre que passei por ele parei para contemplar a sua beleza. Continua erguido para o céu, mas perdeu uma parte do seu manto.
O cedro, Figueira da Foz, 2026.
"A Árvore" foi-me contada pelo escritor Isao Tesuka. Ao seu conto acrescentei diversos pontos, variações , divagações.
[...] Assim, o povo dessa ilha sentia-se feliz e orgulhoso por possuir uma árvore tão grande e tão bela: é que em nenhuma outra ilha do Japão, nem nas maiores, existia outra árvore igual. Até os viajantes que por ali passavam diziam que mesmo na Coreia e na China nunca tinham visto uma árvore tão alta, com a copa tão frondosa e bem formada.
Sophia de Melo Breyner Andresen, A Árvore, Lisboa:Figueirinhas, 1985,1ª edição, p.6 e 7.
Receio que no lugar das árvores perdidas não plantem novas árvores ... a destruição e o medo fazem das nossas praças, praças de pedra.
https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Friedrich_felsenschlucht.jpg




Perderam-se tantas nesta tempestade...
ResponderEliminarTalvez queira ler o meu poema...
https://refugiodospoetass.blogspot.com/
Beijinhos
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