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01/10/2019

Dia Mundial da Música


Um Intermezzo que é uma maravilha e me foi dado a conhecer por um amigo a quem brindo, 
neste dia  Mundial da Música!



Frans Francken (the younger),  Pictura, Poesis and Musica in a Pronkkamer, Art Gallery

File:Frans II Francken Pictura, Poesis and Musica in a Pronkkamer.jpg

30/12/2017

(H)oje "EROS E PSIQUE"

Para todos,
HOJE,
o desejo
de um FELIZ ANO NOVO!
(Um especial bem-haja pela Vossa Visita, em breve, regressarei)


EROS E PSIQUE

... E assim vedes, meu Irmão, que as verdades que vos foram dadas no Grau de Neófito, e aquelas que vos foram dadas no Grau de Adepto Menor, são, ainda que opostas, a mesma verdade.

Do ritual do grau de Mestre do Átrio na Ordem Templária de Portugal


Conta a lenda que dormia 
Uma Princesa encantada 
A quem só despertaria 
Um Infante, que viria 
De além do muro da estrada. 
Ele tinha que, tentado,
Vencer o mal e o bem,
Antes que, já libertado,
Deixasse o caminho errado
Por o que à Princesa vem.

A Princesa Adormecida,
Se espera, dormindo espera.
Sonha em morte a sua vida,
E orna-lhe a fronte esquecida,
Verde, uma grinalda de hera.

Longe o Infante, esforçado,
Sem saber que intuito tem,
Rompe o caminho fadado.
Ele dela é ignorado.
Ela para ele é ninguém.

Mas cada um cumpre o Destino —
Ela dormindo encantada,
Ele buscando-a sem tino
Pelo processo divino
Que faz existir a estrada.

E, se bem que seja obscuro
Tudo pela estrada fora,
E falso, ele vem seguro,
E, vencendo estrada e muro,
Chega onde em sono ela mora.
E, inda tonto do que houvera,
A cabeça, em maresia,
Ergue a mão, e encontra hera,
E vê que ele mesmo era
A Princesa que dormia.

s. d.

 Fernando Pessoa. (Nota explicativa de João Gaspar Simões e Luiz de Montalvor.) Lisboa: Ática, 1942 (15ª ed. 1995), p. 237.

[1ª publ. in Presença , nº 41-42. Coimbra: Mai. 1934.]

18/05/2016

O amor utopia


Johann Michael Millitz, Magnatas retratados como Adão e Eva, 1770,
Galeria, Nacional Húngara 
O amor utopia

Um tabuleiro de xadrez
sem peças...
pousado em cima da mesa.
Esquecido?
os quadrados pretos e brancos
ocupam o espaço geometricamente delicado.
É um tabuleiro isolado,
sem rei, sem rainha e sem castelo,
os cavalos e os peões desertaram;
o bispo, sábio estratega, desapareceu
não faz sentido a sua existência.
Um tabuleiro de xadrez.

Quadrados todos iguais cromaticamente
diferentes, criando um espelho difuso,
um labirinto magnético e criador
de ilusões.
Ao olhar fixamente o xadrez movimenta-se
e cria uma espiral em movimento.
Gira, gira, em movimentos concêntricos
que levam à queda
no abismo.

Movimentam-se os homens em vez das peças,
de um lado para o outro,
em linha recta,
na diagonal,
ao acaso,
sem sentido,
marionetas engendradas pelo senhor que comanda o destino.
Choram os homens o amor perdido,
o amor ilusão.
o amor utopia.

ana

O belíssimo Intermezzo de Mascagni no filme sobre a ópera Cavalleria Rusticana
 de Franco Zefirelli.
Obrigada a quem mo ofereceu.

10/01/2016

Regresso (s)

Regresso, em pleno Inverno, ao centro dos Templários, lugar mágico, espiritual, onde o silêncio apazigua apesar da chuva bater ininterruptamente na calçada.
Sem sol, a andorinha acompanha o café com o seu voo eterno, no Paraíso: infinita Primavera.

Café Paraíso, Tomar

Igreja de Santa Maria do Olival, Tomar


Amor como em Casa

Regresso devagar ao teu
sorriso como quem volta a casa. Faço de conta que
não é nada comigo. Distraído percorro
o caminho familiar da saudade,
pequeninas coisas me prendem,
uma tarde num café, um livro. Devagar
te amo e às vezes depressa,
meu amor, e às vezes faço coisas que não devo,
regresso devagar a tua casa,
compro um livro, entro no
amor como em casa.


Manuel António Pina, in "Ainda não é o Fim nem o Princípio do Mundo. Calma é Apenas um Pouco Tarde".


21/05/2015

As plantas rindo estão vestidas


AS PLANTAS RINDO ESTÃO ESTÃO VESTIDAS

As plantas rindo estão, estão vestidas 
De verde variado de mil cores; 
Cantam tarde e manhã os seus amores 
As aves, que d'Amor andam vencidas,

As neves, já nos montes derretidas, 
Regam nos baixos vales novas flores; 
Alegram as cantigas dos pastores 
As Ninfas pelos bosques escondidas.

O tempo, que nas cousas pode tanto, 
A graça, que por ele a terra perde, 
Lhe torna com mais graça e fermosura.

Só pera mim nem flor nem erva verde, 
Nem água clara tem, nem doce canto, 
Que tudo falta a quem falta ventura.


Diogo Bernardes  



11/11/2014

a terra, a água, o fogo, o ar.

Em dia de S. Martinho, lume, castanhas e vinho. 
 [Em dia de S. Martinho poesia, castanhas e vinho.]
Salamanca

ANVERSO

Dormias. Eu acordo-te.
A manhã imensa oferece-nos a ilusão de um princípio.
Esqueceras-te de Virgílio. Aqui estão os hexâmetros.
Trago-te muitas coisas.
As quatro raízes dos Gregos: a terra, a água, o fogo, o ar.
Um só nome de mulher.
A amizade da lua.
As claras cores do atlas.
O esquecimento, que purifica.
A memória que escolhe e redescobre.
O hábito, que nos ajuda a sentir que somos imortais.
A esfera e as agulhas que dividem o intangível tempo.
A fragrância do sândalo.
As dúvidas a que chamamos, não sem alguma vaidade, metafísica.
A curva do bastão que a tua mão guarda.
O sabor das uvas e do mel.

Jorge Luís Borges, "A Cifra (1981) "in Obras Completas III1975-1985, Lisboa: Editorial Teorema, p.333

Mamma, quel vino è generoso...

06/08/2014

"Houve um tempo em que minha janela se abria"

Janelas em parede azul



Houve um tempo em que minha janela se abria
sobre uma cidade que parecia ser feita de giz.
Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco.
Era uma época de estiagem, de terra esfarelada,
e o jardim parecia morto.

Cecília Meireles5 versos do poema, A Arte de Ser Feliz

31/05/2014

"Toda a dor pode ser suportada..."

Rogier van der Weyden, Deposizione dalla croce, 1432-1435, Museo del Prado, Madrid
Link
Rogier Van Der Weyden, 1432·1435
AS MÃOS

Que tristeza tão inútil essas mãos
que nem sempre são flores
que se dêem:
abertas são apenas abandono,
fechadas são pálpebras imensas
carregadas de sono.

Eugénio de Andrade, "As Mãos", in Os Amantes sem Dinheiro

-------------

Caídas no colo
sem alma nem calor,
pingo de sangue
de dor sem fim:
                     ... mãos.

-------------
A dor é intemporal.
Do filme Hannah Arendt de Margarethe von Trotta, surgem as seguintes questões:
- A mentira dos inocentes ou a verdade dos justos? 
- O que importa à História, não será a verdade possível?

"Toda a dor pode ser suportada se sobre ela puder ser contada uma história"
"A  incapacidade de pensar" leva à "banalidade do mal"
Hannah Arendt [cortesia do Google]




16/03/2014

Voar para onde?

File:SORVESUV.JPGDesejava voar para Sorrento.

Vi o filme da dinamarquesa Susanne Bier, "Love is All You Need".
É um filme trivial, uma comédia romântica, onde se cruzam várias vidas de estrato social diferente. A película tem a beleza de uma parte ser passada em Sorrento e na costa de Amalfi.

Fotografias da Wikipedia.


Torquato Tassi, poeta sorrentino do século XVI (1544-1595):
O amor é um desejo de beleza


O que o mundo chama de mérito e valor 
são ídolos que têm apenas nome, mas nenhuma essência. 
A fama que vos encanta, vós altivos mortais, 
com um doce som, e que parece tão bela 
é um eco, um sonho, melhor que um sonho, uma sombra, 
que a cada sopro de vento se dispersa e desaparece.

Torquato Tasso, in  Jerusalém Libertada (citador)

Jacob Philipp Hackert                                                      The Waterfalls at Terni, 1779

Image: Jacob Philipp Hackert -


Em reposição (várias)

29/01/2014

Livros em pilha...



Myra Landau, Livros

A minha lista de livros aumenta, não tenho mãos a medir. 

Neste momento ando a ler "O Último Segredo", um livro que me foi gentilmente oferecido. Estou a gostar, o mistério e o assunto do livro são caros para mim.

Tenho na pilha:

- "O Esplendor da Austeridade, Mil Anos de Empreendedorismo das Ordens e Congregações em Portugal: Arte, Cultura e Solidariedade", um livro que já folheei com prazer mas que ainda não li com a atenção que merece. O livro é lindíssimo.

- "Dictionnaire du Ballet Moderne", já li algumas entradas, é para consulta. Há tanta coisa para aprender.

- "Sonetos do Obscuro Quê", de Manuel Alegre, um poema por dia. Um apreço por Itália é o que respira deste livro de Sonetos. Assinado pelo poeta o eco é imenso.

- "Papa Francisco A Alegoria do Evangelho, Exortação Apostólica Evangelii Gaudium", o Papa é ainda um enigma para mim. A sua bondade e vontade de mudança causam-me surpresa, ainda vazia.

Esta lista de livros é recente [é com afecto que agradeço] tenho uma "residente" à espera de melhores dias.

Precisava de um retiro continuado na Quinta dos Visconde da Várzea 
(Turismo Rural) para colocar as leituras em dia.
Um presente que me ofereceram para apreciar o tempo.


01/10/2013

Welcome


Há flores delicadas de aparência frágil mas cuja robustez extravasa o local onde são enraizadas. (Modificado às 13 horas)

Dia Mundial da Música com a Cavalleria Rusticana

20/06/2013

Herberto Helder através de Yvette Centeno

À medida que caminho o meu rio é cada vez mais sinuoso. Pergunto-me porquê?

***
Detalhe da aguarela  de Blake, The River of Life
Mexo a boca, mexo os dedos, mexo
a ideia da experiência.
Não mexo no arrependimento
pois que o corpo é interno e externo
do seu corpo.
Não tenho inocência, mas o dom
de toda uma inocência.
E lentidão ou harmonia.
Poesia sem perdão ou esquecimento.
Idade de poesia.

Herberto Helder  na folha de rosto de OFÍCIO CANTANTE (1953-1963) edição da antiga Portugália Editora. [Retirado do blogue Literatura e Arte cujo link assinalo no final].

Porque o mote que escolhi para o (IN)Cultura é "o que é ser rio e correr / o que é está-lo eu a ver". veja-se:

«Não se esconde aqui [no verso de Herberto Helder] o ser e não ser de um Fernando Pessoa, na plena consciência do que se é não é: " o corpo é interno e externo do seu corpo".Podia este verso ser remetido para o de Pessoa, em frente ao rio, e que Eduardo Lourenço tanto nos deu a ler, quando voltou a Portugal em 1974-1975, para um Seminário da Universidade Nova: " o que é ser rio e correr / o que é está-lo eu a ver"...(in ALÉM_DEUS). Aqui se reflectia sobre a questão do despertar da consciência de si, através da contemplação do mundo (era o rio, mas podia ser "o outro", o outro nele, o do permanente que se revelava do lado de lá das coisas e dos seres, e do eu em si mesmo.»

Yvette Centeno in Literatura e Arte

E ainda... porque ligo este mote a uma aguarela de Blake volto a colocar a sua imagem.

William Blake, The River of Life, c. 1805, Tate Britain, Londres


08/04/2013

Cardo- folhas espinhosas

Barbara Regina Dietzsch (1706-1783), Cardo com Insectos.
Guache sobre velino, Alemanha


Cardo 
Os contornos das suas folhas espinhosas espetam e rasgam como pequenos picos, desencorajando o toque. No entanto, a vistosa flor que coroa a haste tem uma doce fragrância, atraindo borboletas, insectos, abelhas e pássaros. (...) Na mitologia, o cardo não cresceu  no Jardim do Éden; pelo contrário, os cardos e os espinhos apareceram como castigos depois do Pecado, em oposição à bênção dos figos e das uvas do Paraíso. (...) na crença popular ele é visto como uma oferta do Diabo. No entanto, o cardo também transmite as ideias de amor que sobrevive ao sofrimento e do trabalho que sobrevive às privações. O cardo é associado ao amor mundano de Afrodite bem como à amorosa compaixão da Virgem Maria. (...)
A Escócia, que tem o cardo como símbolo nacional, celebrava o carácter deste numa lenda do século X. Os invasores viquingues, esperando atacar  furtivamente o castelo de Staines, tiraram as botas. Mas os escoceses tinham enchido de cardos a fossa seca do castelo e os gritos do inimigo traíram a sua presença. Organicamente, as raízes do cardo dão origem a uma flor doce e a haste rude, pelo que se diz que essas raízes propagam a melancolia.

Marina Heilmeyer, The Language of Flowers: Symbols and Miths, Munique e Londres, 2001, p. 26.

Imagem e texto  retirado de O Livro dos Símbolos, Reflexões Sobre Imagens Arquetípicas, Taschen, Katthleen Martin, pp.166-167.

LÁGRIMAS DA PÁTRIA / ANNO 1636

Está tudo devastado e mais que devastado!
as hordas agressivas, a trombeta que arrasa,
A espada a beber sangue, a metralha que abrasa,
Consomem todo o esforço, trabalho e pão guardado.

As torres num braseiro, a igreja está no chão,
A Câmara em ruínas, os fortes já os não vemos,
Donzelas violentas - para onde quer que olhemos
Há fogo, peste e morte varrendo o coração.

Muralhas e cidade sempre em sangue ensopadas.
Três vezes já seis anos as ribeiras pejadas
De cadáveres que impedem a água correr.

Para não falar daquilo que é pior do que a morte,
Mais terrível que peste e fome e fogo forte:
Que os tesouros da alma se deitem a perder!

Andreas Gryphius, (1616-1664), in O Cardo e a Rosa, Poesia do Barroco Alemão
selecção, tradução e prefácio de João Barrento, Lisboa: Assírio & Alvim, 2002, p. 19

Auto-retrato de Albrecht.Dürer. Ele segura na mão planta do género Eryngium (cardo) - 1493

Ficheiro:Albrecht-self.jpg
Museu do Louvre Paris (wikipedia)


10/01/2013

A liberdade

Jardim Botânico da Universidade de Coimbra

«A liberdade desenvolve-se onde é possível escolher, dia após dia, entre a solidão, a família, o grupo, a associação, a comunidade e a classe.»

António Barreto, "A liberdade é urbana", XXI Ter Opinião 2013. Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos, pp. 64-69. 

18/06/2012

O que se passa na nossa cabeça quando lemos romances

Ramon Casas (1866-1932), Jove decadeant (Després del ball). Oli sobre tela, 46,5 x 56 cm, 1899. Museu de Monserrat, Abadia de Monserrat, Espanha
Conheci esta tela através da capa do livro de Pamuk, O Romancista Ingénuo e o Sentimental. Um livro que comecei a ler ontem, após me ser oferecido.

1. O que se passa na nossa cabeça quando lemos romances
Os romances são vidas segundas, vidas paralelas às nossas. Como os sonhos de que fala o poeta francês Gérard de Nerval, os romances revelam o colorido e as complexidades das nossas vidas e estão cheios de gente, rostos e objetos que pensamos reconhecer. Tal como nos sonhos, quando estamos a ler romances somos, por vezes, tão  fortemente atingidos pela natureza extraordinária das coisas com que nos deparamos que chegamos a esquecer onde estamos e vemo-nos no meio do acontecimento e pessoas imaginárias que se nos apresentam pela frente. Nessas alturas, sentimos que o mundo ficcional com que deparamos e a que nos encarregamos com entusiasmo é mais real do que o próprio mundo da realidade quotidiana. Que essa vida paralela, essa vida segunda possa parecer-nos mais real  do que a realidade significa frequentemente que substituímos a realidade pelos romances, ou pelo menos confundimos a realidade do romance com a vida real. Mas nunca nos queixamos, nunca nos arrependemos dessa ilusão, dessa ingenuidade. Pelo contrário, como quando temos certos sonhos, queremos que o romance que estamos a ler continue e esperamos que essa vida paralela provoque em nós um sentido sólido, consistente da realidade e da autenticidade.

Orhan Pamuk, O Romancista Ingénuo e o Sentimental, Barcarena: Editorial Presença,(trad. de Álvaro Manuel Machado) 2012, p. 11. 

09/08/2011

O mundo do avesso - o direito do mais forte à liberdade

Nos úitimos dias acordámos com o mundo do avesso. A força da violência esmaga, dita uma liberdade vazia de conteúdo.

O céu é cinzento em Londres e as estrelas não brilham. A noite avança e o terror instala-se.

À crise económica junta-se a crise de valores, aqui só o mais forte tem direito à liberdade, uma liberdade amarga.



Uma fábrica/ ou armazém que resistiu a duas guerras morre através da malvadez.



Fotografia retirada do google








É caso para lembrar Cruzeiro Seixas - O sonho



Detalhe o Sonho de Cruzeiro Seixas

O SONHO É UM PESO IMENSO PARA A
FRAGILIDADE DA PALAVRA...

Artur do Cruzeiro Seixas, O espírito das coisas invisíveis
Catálogo da exposição Loja das Quasi, 2008-2009




11/05/2011

Prelúdio nos meus afazeres, o sol de Maio

O sol de Maio!

Um prelúdio entre afazeres para animar a alma como só a natureza sabe fazer.

Ao longe o castelo dos Templários, Tomar


Entre a luz e o verde, parque no rio Nabão, Tomar

O céu entre as nuvens

As lágrimas em árvore sobre o Nabão


Só...

A harmonia da água

Um Chorão entre o murmúrio e o silêncio do rio

As intermitências da água

25/02/2011

No concerto ...as flores! Renoir "... tout par terre"

Em Memória de Renoir que nasceu em Limoges a 25 de Fevereiro de 1841 e faleceu em Cagnes-sur-Mer em 1919.
xx
Pierre-Auguste Renoir, No Concerto, 1880

Detalhe

The Sterling and Francine Clark Art Institute, Williamstown, Massachusetts

«Vous arrivez devant la nature avec des théories,
la nature flanque tout par terre».

Pierre Auguste Renoir

01/12/2010

Afectos

Alviela, Alcanena


A beleza deste Intermezzo
hoje assume o afecto recente que encontramos no curso do rio,
antes de desaguar no oceano.

Pietro Mascagni: Cavalleria Rusticana - Intermezzo



Arquivo