Giuseppe Arcimboldo, Flora,1591
Óleo sobre madeira. 73 x 56 cm, Colecção privada, ParisAs flores levam-nos a sorrir tal como o nonsense de Arcimboldo.
O sorriso
Creio que foi o sorriso,
sorriso foi quem abriu a porta.
Era um sorriso com muita luz
lá dentro, apetecia
entrar nele, tirar a roupa, ficar
nu dentro daquele sorriso.
Correr, navegar, morrer naquele sorriso.
Eugénio de Andrade, Série poemas de Além-Mar.
(retirado do youtube)