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28/06/2016

"Danseuses" et Istambul

Uma viagem pela arte da Índia desde 1570 a 1660, sob a égide de quatro imperadores, Akbar (1555), Jahângir (1605),  Shâh Jahân (1627) e Aurangzeb (1658).


15 x 10,5 cm

Danseuses Kathak (c.1675), Victoria and Albert Museum, Londres


Danseuses
Conformément à une très ancienne tradition des Indes, la danse, plus que toutte autre forme d'art, connut une nouvelle ère de succès. Mais, sous la dynastie moghole, elle tomba dans le mépris parce qu'étrotement associée aux  moeurs des femmes légères. 

George Lawrence, Artes des Indes. Paris: Fernand Hazan. 1963, s/nº p.


Marcadores: 
Prince trônant choisissant un fruit, Asie centrale, 1550-1575; Institut du Monde Arabe
Khamsah de Nizami, Layla et ses compagnes dans un jardin, Inde moghole, vers 1640-1645; Institut du Monde Arabe

Detalhe do mosaico que representa a Virgem Maria e Jesus no trono, na Basílica de Santa Sofia, em Istambul, antiga Constantinopla.
No reverso vê-se o mosaico completo, o imperador Constantino apresenta o modelo da cidade murada (direita), e  o imperador Justiniano oferece a Basílica de Santa Sofia (esquerda).
Aya Sofya significa Sagrada Sabedoria.



Obrigada MR.:))

Não é dança Kathak mas gostei desta expressão.

Kathak 

27/06/2010

A força das palavras.

Caixa de escrita japonesa (artefactos para a escrita).
Victoria & Albert Museum, Londres.

A força das palavras.
Olhando o mar que revolto bate no porto, vejo um conjunto de palavras. Letras. Códigos que não dizem nada. Estão desenhados no espaço, numa folha branca mais parecem um caractere. Ninguém os lê... está o sábio japonês sentado com a sua caixa de pintura, o pincel recostado na taça, a água acinzentada do preto em calmaria. Em frente o mar, o horizonte...

Bonsai no yorokobi o afure (a alegria transbordando do bonsai).

06/06/2010

Angústia - Florbela Espanca.

A angústia nasce da impossibilidade de agir.
Louis Chéron, Hercules Slaying the Hydra, ca. 1690-1725
x
V&A ( Victoria and Albert)Museum, Londres

Angústia

Tortura do pensar! Triste lamento!
Quem nos dera calar a tua voz!
Quem nos dera cá dentro, muito a sós,
Estrangular a hidra num momento!

E não se quer pensar! ... e o pensamento
Sempre a morder-nos bem, dentro de nós ...
Querer apagar no céu – ó sonho atroz! –
O brilho duma estrela, com o vento! ...

E não se apaga, não ... nada se apaga!
Vem sempre rastejando como a vaga ...
Vem sempre perguntando: “O que te resta? ...”

Ah! não ser mais que o vago, o infinito!
Ser pedaço de gelo, ser granito,
Ser rugido de tigre na floresta!

Florbela Espanca, in "Livro de Mágoas" (recolhi do citador)


Gente da minha terra - Mariza

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