Oh,como é triste a pobre condição humana!; mas eu creio na ciência e na sabedoria do homem... ,
Ricardo António Alves, Viajar com Ferreira de Castro, Porto, Edições Caixotim / Ministério da Cultura, [2004], p. 15.
"O que é ser-rio, e correr?" (Fernando Pessoa)
Oh,como é triste a pobre condição humana!; mas eu creio na ciência e na sabedoria do homem... ,
Ricardo António Alves, Viajar com Ferreira de Castro, Porto, Edições Caixotim / Ministério da Cultura, [2004], p. 15.
Uma das minhas paixões é a Arte Sacra.
As peças que mais me encantam são o Menino Jesus, a Virgem e Santa Ana, em particular esta última, talvez por causa do nome que os meus pais escolheram para mim.
Recentemente, recebi um livro que me maravilhou: Sainte Anne et les Bretons, de Job an Irien e Y. P. Castel.
A obra aborda o culto de Santa Ana na Bretanha, explorando a sua importância histórica, cultural e espiritual. Ando a lê-lo com muito interesse e verdadeiro entusiasmo.
Obrigada a quem me ofereceu este livro, que tanto me tem enriquecido.
Estaremos a pôr em causa a importância da arte e da sua mensagem? Estaremos a perder a liberdade?
Recebi este cartão de Natal da Galeria 111 que me tocou profundamente.
A beleza dos opostos!
O mundo cinzento em que vivemos, com governantes desumanos e de certa maneira loucos, representados pelas árvores cinzentas.
As árvores vermelhas, simbolizando o Natal e a alegria, crescendo de forma invertida, grito de alerta? Dor? Talvez misto de alegria e dor. E assim, passa mais um ano onde é difícil encontrar harmonia.
Obrigada Galeria 111 pela beleza que entrou pela minha janela.
Com a cortesia do youtube
Adquiri o livro: O Pensamento Esotérico de Fernando Pessoa, ensaio de Yvette Centeno, da Coleção &etc na Livraria Lumière.
Admiro a inteligência de Yvette Centeno e sempre me atraiu e fascinou o esoterismo de Fernando Pessoa. Não é um assunto que domine, no entanto, desperta a minha curiosidade.
Assim a Lei é (1) descobrir o que somos, para que saibamos o que é que intima e verdadeiramente queremos, independentemente do que suppomos que queremos ou do que julgamos que devemos querer; (2) confornar todos os nossos pensamentos, emoções e impulsos com essa nossa intima e verdadeira vontade, por agradáveis que nos sejam,ou úteis que nos parecem, por isso que não são nossos, mas somente agradáveis e talvez úteis; (3), feito isso, recusar systematicamente toda a acção externa que não sirva os fins d'essa nossa verdadeira vontade, recusando-nos a ceder ás solicitações do chamado dever, ás chamadas da humanidade e aos receios do ridiculo e do maguante".
Yvette Centeno, O Pensamento Esotérico de Fernando Pessoa, Lisboa: &etc, 1990, p. 31
O livro foi editado em 1990 e teve uma tiragem de 500 exemplares. Congratulo-me por ter um deles.
Yvette Centeno faz uma leitura profunda e simbólica da obra de Pessoa, colocando em diálogo a poesia com tradições herméticas e iniciáticas. Desvenda a dimensão mística e transformadora na escrita pessoana. O poema Do Vale à Montanha está referenciado na página 30 do livro em epígrafe.

Isabel, Parabéns e um dia muito especial!
https://www.getty.edu/art/collection/object/103RDJ
Baseado numa história real, o filme: A Virgem Vermelha ocorre em 1931, durante a Segunda República Espanhola (1931-39) e narra a vida da escritora Hildegart Rodríguez.
Não há palavras para descrever a intensidade, a maldade, a frieza, o calculismo do amor (?) maternal perpassado na película.
A actriz Alba Planas Hildegart L. G. H. María del Pilar Rodríguez Carballeira
A Virgem Vermelha, realizado por Paula Ortiz, foi apresentado no Festival Internacional de Cinema de San Sebastián, em 2024, onde arrecadou o "Prémio Goya" para o Melhor Figurino.
Rachel Ruysch, Posy of Flowers, with a Beetle, on a Stone Ledge, 1741
. Kunstmuseum Basel. Gift of Prof. J. J. Bachofen-Burckhardt Foundation, 2015
Flores Perdidas de Alice Hart é uma minissérie dramática que acompanha a vida de Alice, uma jovem marcada por uma infância traumática. Após a morte trágica dos pais, é acolhida pela avó, June, interpretada por Sigourney Weaver, numa quinta isolada onde vivem apenas mulheres. A série explora os segredos familiares, o impacto da violência doméstica e a jornada emocional de cura e descoberta pessoal.
https://www.primevideo.com/-/pt/detail/As-Flores-Perdidas-de-Alice-Hart/0PHUROHR9TF2PN5IT7779EJ9EJ
Com uma realização cuidada, paisagens arrebatadoras e uma banda sonora emotiva, a série convida o espectador a mergulhar numa história de dor, crescimento e libertação.
Mais do que um drama familiar, esta produção é um retrato poético sobre como as feridas do passado moldam o nosso presente — e sobre a possibilidade de florescer.
Gostei de ver Flores Perdidas de Alice Hart. A série tem 4,5 em 5 no Prime vídeo.
Não pude ficar imune a esta afirmação do historiador Vitor Serrão:
A busca de saberes torna as pessoas mais generosas e fraternas (... ou será essa mais uma utopia inalcançável?).
https://www.facebook.com/vitor.serrao.58/?locale=pt_PT
A pungência da sua interrogação ainda me causa mais admiração. Obrigada!
Um dos livros que li e me marcaram foi Coração Pensante, Ensaios sobre Israel e a Palestina,
de David Grossman
Olho para o resto das pessoas e vejo choque. Estupor. Um peso constante oprime os nossos corações. Dizemos e voltamos a dizer uns aos outros: é um pesadelo. Um pesadelo incomparável. Não há palavras para o descrever. Não há palavras para o conter. Vejo também um profundo sentimento de traição. A traição dos cidadãos pelo seu governo. [...] O que vimos foi o abandono deste país em benefício de interesses mesquinhos...
David Grossman, Coração Pensante, Ensaios sobre Israel e a Palestina, (tradução de Lúcia Liba Mucznik). Lisboa, D. Quixote, 2024,p. 15 e 16
https://en.wikipedia.org/wiki/Adolf_Hir%C3%A9my-Hirschl
Anos vinte do século XXI, que mundo!
Nada se aprende com o tempo! Às vezes pergunto-me: para que serve a História?
Augustus Leopold Egg, Past and Present Number One, 1858, Tate Britain
Parabéns, Alexandra!
Votos de um resto de dia feliz e harmonioso.
Um filme que me comoveu!
O filme A família Bélier, realizado por Eric Lartigau é de 2014. Contudo é intemporal! A história é muito interessante e simples, passada numa família peculiar, pois os pais e o irmão são surdos-mudos e só a filha é que ouve. Mais não digo, aconselho vivamente a ver. Tem um actor que aprecio muito, Éric Elmosino.
O elenco do filme é composto por:
Karin Viard como Gigi BélierCortesia da wikipédia.
Je Vole, Louane Emera, canção de Michel Sardou (cortesia youtube)
Je Vole
Mes chers parents, je parsPara Emilia Matos E Silva,
Muitos parabéns! Desejo um dia muito feliz.
À minha frente tenho uma linda Inês de Castro que pintou. Todos os dias agradeço a sua generosiadade.
É tão verdade este trecho que nos faz pensar nas guerras que hoje sofremos.
Mario Escobar Golderos é formado em História e especializado em História Moderna.
Sinopse da contracapa do livro:
Saint- Malot
Foto: https://www.tourmag.com/Visiter-Saint-Malo-la-bonne-idee-_a115876.html
Beijinho com as palavras de um amigo sobre Veneza. :))
Não posso achar Veneza nem decadente nem triste.