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27/05/2011

22/11/2010

Um anjo?

De Budapeste trouxe esta memória, uma escultura que ainda hoje me atormenta: O Génio da Morte.

Em plena época da Art Noveau (ou ainda resquícios de romantismo?), o escultor criou a peça com umas grandes asas, será a morte libertadora? x

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Donáth Gyula (1850-1909), The Genius of Death




Galeria Nacional Húngara, Buda, Budapeste, Húngria




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Trouxe Liszt na bagagem - Harmonies poétiques et religieuses, S.173 - 6. Hymne de l'Enfant à son réveil

Piano Leslie Howard






E a beleza de Peste vista de Buda, Budapeste, Húngria


28/05/2010

Dante Alighieri!

Dante é o meu escritor favorito, já li e reli a Divinia Comédia porque é um livro que me deslumbra!
Como as almas ilustres, belas e profundas não morrem: Parabéns Dante.
Estou a homenagear Dante depois de ter lido o comentário de APS no Prosimetron. Obrigada APS, não gostaria de deixar de agraciar Dante no dia de aniversário.
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John William Watherhouse, Dante e Beatrice, 1915

Private Collection


Paraíso, Canto XXV

Se acontecer que o poema sagrado,
em que céu e terra puseram mão,
(magro me fez, de tanto ano passado)
Vencer a crueldade que em prisão
me exila do redil onde, cordeiro,
dormi, oposto aos lobos que o atacam;
Voz e pêlo distinto do primeiro
terei, chegando poeta, e me façam
a testa ornar com folha de loureiro …

(Retirado da wikipedia)


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