Como Spectator, eu só me interessava pela Fotografia por «sentimento»; queria aprofundá-la, não como uma questão (um tema), mas como uma ferida: vejo, sinto, portanto, reparo, olho e penso.
Roland Barthes, A câmara clara. (Tradução Manuela
Torres). Lisboa: Edições 70, 2015, p. 30.
Um dos melhores livros que li sobre fotografia e o seu conceito.
Numa interpretação mais recente
You were always on my mind
You were Always on my mind
You were Always on my mind
