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01/04/2017

Um smile para...

... todos e em especial para o amigo Henrique que regressou de Goa.:))


De um livro que comecei a ler e que agradeço a MR. Retive logo da página inicial, da introdução, estes axiomas:

É nos cérebros que se dão os primeiros duelos. No de cada um, primeiro; depois nas divergências deste e daquele; e, por fim, no terreiro público.

Introdução de Raúl Rêgo à obra Os Burros, de José Agostinho de Macedo, editado pelo Circulo dos Leitores em 1993, p. 7.

(Para o Henrique que trava um duelo).


17/04/2013

Na Biblioteca Nacional - I

Mostra: Raúl Rêgo, Bibliófilo, Centenário do Nascimento 
15 de Abril a 25 de Maio 2013

Raúl Rêgo, republicano e democrata, combatente antifascista, frontal em todas as posições assumidas sem rodeios, ao longo de uma vida feita de batalhas e de coragem, foi jornalista e indiscutivelmente um dos símbolos da liberdade de imprensa...

Texto retirado da homenagem efetuada pela CML no Dia Mundial da Imprensa, 3 de Maio de 2005 


«Raúl Rêgo colecionava livros, era um dos grandes bibliófilos portugueses. Mas colecionar livros é diferente de ser bibliófilo; e ser bibliófilo também é diferente de ser um estudioso e um expert no assunto: é que um livro cerrado não traz cultura! Mas o bibliófilo não gosta apenas do livro pelo conhecimento (ou divertimento) que o mesmo lhe pode proporcionar... gosta do livro pelo cheiro, pelo formato, pela época em que foi feito, pelo autor que o escreveu, pela tipografia que o imprimiu e, também, pelo seu conteúdo. Enfim, gosta do livro pelo livro. E Raúl Rêgo era esse expert, esse bibliófilo, que se passeava de livraria em livraria na busca de saciar o seu prazer infinito. Depois de ter caçada a presa, anotava-a, estudava-a e, na maioria das vezes, escrevia sobre ela. A Biblioteca Nacional de Portugal organiza, neste momento em que passa o centenário do seu nascimento, uma mostra evocativa desse bibliófilo. Mostra que faz uma viagem entre alguns dos seus livros, objetos de estudo e de coleção – o que nos legou desses anos de investimento. A escolha incidiu entre os livros do século XVI, escolhendo daqueles apenas os que não existem nas coleções da própria BNP.»



Um dia profícuo e um fim de manhã bem passado antes da ida para a Torre do Tombo.

Encontrei Verdi na Biblioteca Nacional, onde voltarei para mostrar outras exposições, entre elas, 
Verdi & Wagner, 200 anos

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