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04/06/2015

"inteligência estética"

Fotografia tirada a uma reprodução (anos 90) dos “Cerceaux” disc - Rotoreliefs" de Marcel Duchamp (1935) da Fundação Eugénio Granell, Centro Galego de Arte Contemporânea de Santiago de Compostela.


Com alívio, abordou o último tópico da conferência: o que restava hoje da poesia e do jornalismo. como instituições fundadoras da inteligência estética e da consciência cívica do homem ocidental? A primeira exilara-se do sentimento, o segundo abdicara da objetividade. Reparem, disse, e sentiu que, pela primeira vez, se dirigira à assistência, reparem como a poesia contemporânea, poesia das coisas e dos atos humanos, pouco a pouco se foi perdendo da tradicional declinação dos sentimentos, o amor, a paixão, o ciúme, a inveja, a vaidade; e como, quase insensivelmente, continuando a invocar os estados de espírito ou comoções humanas, o seu olhar se virou para o exterior, como se o pensamento e as emoções fossem cada vez mais dependentes de um mundo que se tornou demasiado ocupado pelas coisas concretas, materiais e sensíveis. Ninguém, estava certo, tinha até então reparado nisso, e, parecia-lhe, nem um só dos assistentes estava disposto a começar a concentrar-se nessa sugerida rotação do eixo de trabalho poético na tradição ocidental. Ora, o jornalismo, continuou, seguiu um percurso inverso. O seu tradicional compromisso com a verdade implicava uma espécie de religião dos factos, cujo relato, em nada, ou muito pouco, dependia da especulação sobre os sentimentos humanos. Um crime passional interessava ao jornalismo pelas circunstâncias, procedimentos e averiguações que desencadeava, não pela intensidade, modulações e emoções que o motivara.

António Mega Ferreira, Hotel Locarno. Lisboa: Sextante, 2015, p. 38


11/10/2014

cores de Outono




As árvores no Outono despem-se mas não morrem,
o que é maravilhoso.
A vida é um composto de elos tão frágeis.


22/12/2012

Quebra-Nozes, uma viagem à fantasia

Quebra-Nozes foi uma história que li na infância e não sei do seu destino, com muita pena.

Cortesia do Google - Quebra Nozes

Envelopes com imagens do Quebra-Nozes, cortesia do Google

 P. Ilyich Tchaikovsky estudou Direito mas a sua paixão era música. 
Acabou por se dedicar à música deixando as leis.


Peter Ilyich Tchaikovsky (1840-1893), compositor russo compôs o Quebra-Nozes em 1892. Há pouco tempo a MR comemorou a efeméride assinalada no Google. 

«The music Tchaikovsky composed for The Nutcracker is one of his best known compositions for ballet. He based his music on E.T.A. Hoffmann's fairy tale, The Nutcracker and the Mouse King. The end result was a fairy tale ballet in two acts, and it was completed in 1892. Prior to the ballet's premier, Tchaikovsky selected eight of The Nutcracker pieces and compiled them into an orchestral suite designed for concert performance. The Nutcracker Suite, Op. 71a, was first performed in March, 1892 in St. Petersburg and was an immediate success (the ballet premiered later in December, 1892)».[continua aqui*]

Cenário de Constantin Ivanov  para o 1º ato de Quebra-nozes  *imagem retirada do artigo assinalado.

No Gil Vicente pude ver o belíssimo bailado.

Clara - Evgeniya Bespalova, diretora da Companhia Russian Classical Ballet.
Príncipe Quebra-Nozes - Denis Karakashev.
Coreografia - Marius Petipa (1818-1910), Lev Ivanov (1834-1901)




Gil Vicente 21 de dezembro

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