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28/07/2016

"Palavras..."

Interventivo e igual a ele mesmo, assim esteve Santana no Meo Arena:

Estamos aqui sem medo, unidos na luz...
Carlos Santana

Palavras que assinalou como fundamentais: 
liberdade, 
luz, 
paz, 
natureza, 
respeito pela mulher...






14/06/2016

Samba Pa Ti

Apesar de gostar muito de piano acho que uma guitarra sabe chorar melhor.

Uma música que gosto muito. 
Uma música que nunca dancei
mas que guardo com nostalgia desde o baile de finalistas do liceu.





14/05/2015

a ilha

O regresso ao escritor Sándor Márai deve-se ao título: a ilha. Há algo de idílico no que representa uma ilha. Será aquele espaço finito o paradigma da libertação? 


Ao chegar a casa, abriu uns livros atrás dos outros e começou a ler em voz alta. Eram livros antigos e bem conhecidos, e reparou com surpresa que essa surdez interna mudava conforme o texto: ao ler Platão, não ouvia nada, mas agarrou o jornal e começou a ler o editorial, um antigo grandíloquo sobre a missão cultural dos colonizadores franceses, e ouviu e entendeu cada som daquele texto fútil.

Sándor Márai, a ilha. Lisboa: D. Quixote, (traduzido do húngaro por Piroska Felkai) 2012, (2ª edição), p. 98.

Um livro estranho, intenso, de perdas e não de vitórias, nem fugas. Em síntese Carpe Diem: a escolha entre a felicidade esperada ou a ruptura e o abismo. O que valem as escolhas?



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