Oil on Masonite. 94 x 50.8 cm. Private collection Esta pintura é de uma complexidade enorme pela simbologia e pelos numerosos retratados que compõem a história do quadro.
Oil on Masonite. 94 x 50.8 cm. Private collection Esta pintura é de uma complexidade enorme pela simbologia e pelos numerosos retratados que compõem a história do quadro.
Óleo sobre tela, 81.3 cm × 65 cm, Museum Boijmans Van Beuningen, Roterdão1474
Allheio à Beleza - ninguém pode ser -
Pois a Beleza é Infinito -
E o poder de ser finito cessou
Antes de a Identidade ser alugada.
Emily Dickinson, Poemas e Cartas, Lisboa: Cotovia, 2000, p. 125
Aguarela
x
Liberdade é uma palavra vazia, já que ninguém consegue ser completamente livre. Não somos livres do passado nem dos elos criados ao longo da vida.
Igualdade, não somos iguais porque todos somos diferentes mas igualdade de direitos é também uma quimera!
Fraternidade, onde é que ela mora?
Palavras leva-as o vento. Foi assim que este Domingo olhei para o sol!

E. M. Cioran, Do Inconveniente de Ter Nascido, Lisboa: Letra Livre, 2010, p. 43
Max Ernst, Aquis submersis 1919
54 cm × 43.8 cm
Städelsches Kunstinstitut und Städtische Galerie, Frankfurt
Escolhi Satie para trazer tranquilidade e serenidade.
Erik Satie - Gymnopédie No.1
Óleo sobre tela, 55x 46 cm, Museu D'Orsay, Paris
Two Women, Chating by the sea, St Thomas, 1856

Oil on canvas, 27, 7 x 41 cm, National Gallery of Art, Washintgon DC
Óleo sobre tela 170 X 122 cm, Museu do Chiado - Museu Nacional de Arte Contemporânea, Lisboa
O cego rabequista foi considerada a sua obra mais famosa, pintada em 1855, foi exibida na Exposição Universal de Paris em 1855 e na Exposição Internacional do Porto em 1865, conquistando o segundo lugar. (wikipedia)
Tempestade
Chagall, Blue Landscape (1949)




Têmpera envernizada sobre tela, 111 x 155cm, Kunstmuseum Basel, Basileia
Sei de um rio e de um sonho. Hoje, vestiu-se o sonho nas cordas dedilhadas de uma guitarra.
Milagre das Rosas, in "Mensagem" de Luis Vidal Lopes
"São rosas Senhor"
Túmulo antigo mandado construir pela Rainha Santa onde esteve sepultada muito tempo. Hoje o seu corpo incorrupto encontra-se num túmulo relicário de prata e cristal no Mosteiro de Santa Clara-a-Nova.Excerto do Sermão Panegírico da Rainha Santa, do Padre António Vieira

Impresso em Lisboa na Oficina Miguel Deslandes em 1682.
Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, Coimbra
Nunca penetrei numa clausura. Nunca desejei ser freira. Mas os conventos, os hábitos das monjas, o tilintar das campainhas que regulam os passos da comunidade, aquela ciência que cada religiosa guarda no olhar recatado ou no sorriso singularmente contente, tudo o que lhes diz respeito me impressiona.
Altos os muros dos conventos. Os tectos das salas, altos também. (Diz le Corbusier que os tectos baixos favorecem as paixões.) E um frio irremediável da casa, um frio que vem dos sobrados luzidios e nus, das cadeiras de espaldar duro, dos napperons e das flores de plástico. Um frio de escrupolosas limpezas, de manuais, de virtude. (...)
Inesquecíveis a penumbra do locutório, o relógio de tempo sempre errado, o desadorno das paredes, a ausência total de espelhos. Maus impulsos, se os havia, estavam emparedados, mal aflorando em gestos ou expressões. Para essas vidas de renúncia, a Natureza, talvez, o único refrigério: o mar e o monte em frente das janelas do convento, a obra do Altíssimo que se conservou pura porque não entrou na revolta dos anjos nem na dos homens. E tudo o mais a «porta estreita»: a obediência, a regra, o equilíbrio de quem julgou ter encontrado Deus a meio caminho entre o cansaço e a beleza.
Maria Ondina Braga, Estátua de Sal, Lisboa: Editor José Ribeiro, 1983, p.41