Mostrar mensagens com a etiqueta Zeca Afonso (1929-1987). Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Zeca Afonso (1929-1987). Mostrar todas as mensagens

24/04/2018

Balada para um amigo

Para o Manuel Poppe, com o desejo que este dia seja um dia muito claro e feliz.

Parabéns!

Uma janela aberta, embore ande escondida.


Traz Outro Amigo Também

Amigo

Maior que o pensamento
Por essa estrada amigo vem
Por essa estrada amigo vem
Não percas tempo que o vento
É meu amigo também
Não percas tempo que o vento
É meu amigo também

Em terras
Em todas as fronteiras
Seja bem vindo quem vier por bem
Se alguém houver que não queira
Trá-lo contigo também

Aqueles
Aqueles que ficaram
(Em toda a parte todo o mundo tem)
Em sonhos me visitaram
Traz outro amigo também


25/04/2015

Igreja/Quartel do Carmo

O Quartel do Carmo: cenário mais marcante do 25 de Abril de 1974, 
onde ocorreu a rendição de Marcelo Caetano



41 anos de democracia e o nosso país assiste ao maior empobrecimento em liberdade

A dignidade humana é posta em causa:

- O direito à saúde, à educação, à cultura, ao trabalho estão comprometidos.
- A população envelhece e à medida que envelhece tem mais encargos,os anos de trabalho aumentam.
- Os jovens qualificados partem, os filhos nascem noutra nação...
- Os números falam mais alto do que a humanidade.
- Os burocratas sucedem ao animal politico, as ideias esvaem-se.
- Os valores atenuam-se para dar lugar ao egoísmo: salve-se quem puder.
- A inteligência é protelada pelo oportunismo.
- A justiça tem uma venda mais apertada.
- Desrespeitam-se os mais frágeis.
- A fome é uma realidade.
- Não comento a questão da liberdade da imprensa ...

Em suma, o Eça tinha razão:


Nestas Democracias industriais e materialistas, furiosamente empenhadas na luta pelo pão egoísta, as almas cada dia se tornam mais secas e menos capazes de piedade.

Eça de Queirós, A Correspondência de Fradique Mendes (citador)



16/02/2012

Um passeio

Um passeio pelos caminhos de Pedro e Inês.

A Fonte dos Amores

Estavas, linda Inês, posta em sossego.
De teus anos colhendo doce fruito,
Naquele engano da alma, ledo e cego, Que a Fortuna não deixa durar muito,
Nos saudosos campos do Mondego,
De teus fermosos olhos nunca enxuito, Aos montes insinando e às ervinhas
O nome que no peito escrito tinhas.


Luís Vaz de Camões, Lusíadas, Canto III, 118-137.

Raízes centenárias entre a luz e a sombra num dia de sol intenso.

Livros miniatura:

Jesus Cristo:

«Filho de Deus.»

O casamento,

«Os afectos podem , às vezes, somar-se. Subtrair-se nunca.»
Pitágoras

para o pai,

«Não há maior alegria para um filho que a glória de seu pai e para um pai que os feitos de seu filho.»
Atribuído a Sófocles




06/01/2011

As janeiras e os Reis

No local onde vivi a minha infância era costume no dia de Reis cantarem-se as Janeiras. Bom dia de Reis!

Presépio exposto na Casa da Cultura, Coimbra

Zeca Afonso, O Natal dos Simples

Arquivo