Visitei Maria Callas, A Exposição de Lisboa no Museu da Electricidade quando se comemorou o cinquentenário da Traviata de Lisboa (1958-2008). Tirei várias fotografias que tenho arquivadas. Na altura comprei uns postais, agora recebi a colecção de marcadores que se pode observar.
Agradeço a MR este belo conjunto. Dei-me conta que, apesar desta diva ser a minha favorita, não tenho nenhuma biografia sua. Tenho o filme de Zefirelli: Callas Forever que conta a sua história de vida, uma vida plena mas também trágica e solitária.
Ter uma voz genial, ser a maior soprano de todos os tempos conduziu-a também ao desespero. Aplica-se a frase de Alexandre Dumas, filho, da Dama das Camélias:
É mais fácil ser bom para toda a gente do que para alguém. [Neste caso ela própria]
(Cortesia do Google Wiquiquotes)
Maria Callas, Alfredo Kraus, Mario Sereni, Maria Cristina de Castro, Álvaro Malta, Orquestra Sinfónica Nacional, Coro do TNSC, Maestro - Franco Ghione,1958
Tosca, uma ópera que me arrepia, no filme de Zeffirelli