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18/08/2018

Fotografia no dia mundial da fotografia

A  preto e branco para prestar homenagem a todos os fotógrafos do passado que contribuíram para que o dia 19 fosse o dia Mundial da Fotografia.
Sou apenas uma curiosa e gosto de tentar olhar as coisas de forma diferente, "if I could have"!


E para assinalar o dia 19 de Agosto- Dia Mundial da Fotografia, 
deixo um filme que estreou em 2008, baseado na história real de Maria Larsson, a primeira e uma das maiores fotógrafas suecas, que vivia em Gotemburgo no início de 1900. O filme foi dirigido por Jan Troell, com Maria Heiskanen e Mikael Persbrandt.

04/08/2015

"mirando a las estrellas"

Encontrei esta fotografia num prospecto na Universidade de Direito de Alcalá de Henares. Junto tinha esta citação de Oscar Wilde:

Todos vivimos en el fango, pero algunos lo hacemos mirando a las estrellas.

Fotografia de Chema Madoz  daqui 




 Chema Madoz, nome artístico, cujo nome é José Maria Rodríguez Madoz nasceu em Madrid em 1958, tirou o curso de fotografia na Universidade Complutense de Madrid e recebeu alguns prémios.

27/05/2015

Porto, ecos de uma geração. Porto Sentido e "Goa"

A ida ao Porto teve como objectivo ver esta  exposição: 
ecos de uma geração, o homem e a cidade, no Museu Soares dos Reis mas primeiro que tudo conhecer o João Menéres.


João Menéres um dos fotógrafos dos ecos de uma geração junto das suas fotos.


Uma das fotos  do João que me encantaram. Do catálogo.

A Paula Rêgo podia ter pintado uma tela inspirada nesta fotografia

Sala de exposição, panorama geral.

Um dia bem passado, um dia entre amigos.

Obrigada João, Cláudia, Alexandra e M.

Estive com as minhas amigas Cláudia e Alexandra Ribeiro. Conheci a M.
A malandra da Alexandra escondeu-se. A Cláudia também tentou mas eu ainda a apanhei.:))
Livraria Lumière

Ao almoço estivemos três mulheres a saborear a deliciosa comida portuense com um copo de vinho branco verde para nos refrescarmos dos 29 graus, mas desse momento não tenho registo.


Porto, o Casario.


Quando cheguei a casa tinha uma surpresa do Amigo Henrique Antunes Ferreira 
à minha espera:
Goa chegou até mim. Obrigada. Um dia destes a rã voltará aqui.


Também trarei mais apontamentos do Porto.
PORTO  SENTIDO

Quem vem e atravessa o rio
Junto à serra do Pilar
vê um velho casario
que se estende até ao mar

Quem te vê ao vir da ponte
és cascata, san-joanina
erigida sobre um monte
no meio da neblina.

Por ruelas e calçadas
da Ribeira até à Foz
por pedras sujas e gastas
e lampiões tristes e sós.

E esse teu ar grave e sério
num rosto e cantaria
que nos oculta o mistério
dessa luz bela e sombria

[refrão]
Ver-te assim abandonada
nesse timbre pardacento
nesse teu jeito fechado
de quem mói um sentimento

E é sempre a primeira vez
em cada regresso a casa
rever-te nessa altivez
de milhafre ferido na asa


Carlos Tê e Rui Veloso


11/05/2014

What Do You See?

Tudo parece vazio...
a folha que cai,
a água que corre.

Nostalgia...          

Sophie Calle nasceu em França em 1953. Sophie é escritora, fotógrafa e autora de instalações e de arte conceptual. Para além da sua arte, tem uma carreira universitária. Na literatura está ligada ao grupo Oulipo (Ouvroir de littérature potentielle) no qual se insere Italo Calvino.

Sophie Calle, What Do You See?, 2013.
© Sophie Calle / Artists Rights Society (ARS), New York / ADAGP, 
Paris; courtesy the artist and Paula Cooper Gallery, New York


Sophie Calle, The Clairvoyant, from What Do You See?, 2013.
 © Sophie Calle / Artists Rights Society (ARS), New York / ADAGP, 
Paris; courtesy the artist and Paula Cooper Gallery, New York

Salvador Dalí, Detalhe, Persistência da Memória, 1932
MoMa, Nova Iorque, cortesia do Google

Filme e música de Fabrizio Ferri e coreografia de Marco Pelle
Roberto Bolle e Polina Semionova

04/05/2014

Aprazíveis diálogos I

Inicia-se hoje uma nova rubrica: aprazíveis diálogos. Partindo do Norte, o João, do Grifo Planante, enviou a belíssima fotografia acompanhada com o texto da sua lavra.
Obrigada, João!
À(s) mãe(s) um dia feliz repleto de rosas!*

João Menéres, Noite de S. João


Tranquilamente a grande noite de S. João cai sobre a Cidade.
Nas margens o burburinho  da multidão entusiasmada já se fazia sentir.
O tabuleiro superior da Ponte Luiz I enchia-se de gente, indiferente à passagem do Metro.
Eu, num rabelo transformado em barco de turismo, também indiferente ao jantar que se estava já a servir, só queria viver de forma diferente essa noite tão distinta de outra noite qualquer.
Olhava extasiado para as margens que me abraçavam.
Do lado do Porto, tinha o recorte denteado da muralha fernandina, a cúpula do Paço Episcopal...
Ao fundo, já adivinhava a clarabóia do Palácio da Bolsa e a Igreja de S. Francisco.
As gaivotas, ignorando que era a grande noite, a noite que só teria fim de madrugada quando os rapazes e as moçoilas mergulhassem nas águas da Atlântico, lá para a Foz do Douro, as gaivotas, dizia, recolhiam aos seus habituais poisos nocturnos.
A noite estava cálida : tinha dispensado o habitual orvalho.

Os ranchos cantavam

Por ti meus olhos andaram
Durante a noite perdidos,
De manhã fui dar com eles
Dentro dos teus...escondidos

S. João fica contente
Ao escutar as cantigas...
Que são a alma da gente
Na boca das raparigas...

João Menéres
(Texto e fotografia)
Exultate, jubilate* Mãe: exultação


Stabat Mater dolorosa* Mãe: dor

16/11/2013

Para o João Menéres

Parabéns, João.
Um dia muito feliz. :)
Aqui com Robert Doisneau e Henri Cartier-Bresson


«Se ao fazer um retrato, o que se espera é captar o silêncio interior de uma vítima anuente, é muito difícil introduzir-lhe a máquina fotográfica entre a camisa e a pele...»
18-1-1996

Henri Cartier-Bresson, in O imaginário segundo a natureza. Barcelona: Editorial  Gustavo Gili, 2004, (Tradução de Renato Aguiar) p. 95.

Robert Doisneau, Danse, Serge Lifar, 1944 (link)*


João Menéres Ballet, 1 de Agosto de 2012 (Grifo Planante)

Robert Doisneau, Danseuse, 1950 *


Henri Cartier-Bresson fotografia retirada daqui.
(www.henricartierbresson.org)


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