O Museu da Inocência, de Orhan Pamuk , é o livro que ando a ler. A partir da sua escrita nasceu o museu em Istambul. Do livro para a realidade.
Tantos objectos, flores, pedras, fotografias [hoje, nem tanto pois guardam-se em arquivos de imagem] e pequenos nadas que coleccionamos fazem parte do nosso quotidiano e contam uma história. As imagens são retiradas do Google. Escolhi as chaves e o relógio por dois motivos especiais:
- A chave porque ela abre as portas da memória e simboliza a vitória sobre enigmas.
- O relógio indicador das horas porque elas marcam o nosso caminho e não voltam atrás e ainda, porque um dos meus sonhos era ter uma caixinha de música com uma bailarina como se vê na imagem.
- A flor, o cavalinho, o coração... porque são pequenos objectos que colocamos numa caixa.
- O vestido, o leque, o colar... porque há vestidos e adereços que marcam pequenas alegrias
A curiosidade sobre este livro partiu do registo de MR, a quem agradeço.

- A flor, o cavalinho, o coração... porque são pequenos objectos que colocamos numa caixa.
- O vestido, o leque, o colar... porque há vestidos e adereços que marcam pequenas alegrias
A curiosidade sobre este livro partiu do registo de MR, a quem agradeço.
Imagens do Museu da Inocência, Istambul

Se num sonho um homem pudesse atravessar o Paraíso, sendo-lhe oferecida uma flor como garantia de a sua alma ter realmente ali estado, e ao acordar visse a flor na sua mão... Sim? E depois?
dos cadernos de Samuel Tayler Coleridge [poeta, crítico e ensaísta inglês].
Citação no início do livro. Orhan Pamuk, O Museu da Inocência. Lisboa: Editorial Presença. 2010, s/nº p.